O Grande Reset e o Princípio de Dores

O Livro de Apocalipse e vários textos dos profetas são uma expansão daquilo que foi dito por Jesus acerca do fim dos tempos no Sermão Profético. Os evangelhos relatam este sermão em Mateus 24, Lucas 17 e 21, e Marcos 13.

Jesus disse que antes de sua vinda haveria um tempo descrito como “princípio de dores” em que aconteceriam simultaneamente guerras, rumores de guerras, fomes, pestes, terremotos em vários lugares, e coisas espantosas, e ainda grandes sinais do céu, perseguição dos crentes que seriam odiados em todo mundo por causa de Seu Nome. E finalizando o que se poderia chamar de macro visão da história futura, acrescentou que o Evangelho do Reino será pregado até os confins da terra, e somente então virá o fim.

Quando olhamos para o Livro de Apocalipse, vemos que o bloco indissolúvel compreendido pelos quatro primeiros selos (os quatro cavaleiros), representa claramente este “princípio de dores”.

É justamente este o período em que vivemos em nosso tempo presente, que numa interpretação objetiva descreve um ciclo histórico onde o cavaleiro da montaria branca representa a tentativa de implantar um império, o último deles antes da volta de Jesus, o que hoje muitos de nós nominamos como Nova Ordem Mundial. Há termos menos desgastados para definir este ciclo: o Fórum Econômico Mundial, por exemplo, que é uma sociedade que congrega as maiores corporações do mundo, o chama de Great Reset, ou Grande Recomeço, que dizem, trará à luz um mundo mais justo, cheio de paz e prosperidade jamais vista.  É comovente como os ricos se preocupam conosco.

Ao final deste ciclo, já de acordo com o que diz a Bíblia, terá morrido a quarta parte dos habitantes da terra em consequência das guerras, fomes, pestes que se espalharão pelo globo, o que em números atuais significa cerca de dois bilhões de pessoas (Ap 6:1-8). É isto que podemos esperar para os próximos anos, e não aquilo.

Passado este período que culminará na implantação de uma governança global, os que sobreviverem estarão vivendo no tipo de sociedade descrita em Apocalipse 13, ou seja, numa estrutura onde quem não estiver de acordo com o politicamente correto que desde agora vem sendo imposto a todas as nações, não terá como sobreviver. Apocalipse 13 descreve este banimento social com a célebre frase que diz que “ninguém poderá comprar ou vender a menos que tenha o número da besta”. Perceba que este “ninguém” não se refere somente aos crentes em Jesus, mas a todos que discordarem do sistema.

Vemos que o avanço da implantação desta nova ordem terá como paralelo o ministério das duas testemunhas relatadas em Apocalipse 11, que conforme tratamos em post anterior, não são duas pessoas singulares, mas duas pessoas coletivas, ou seja, a igreja verdadeira e os judeus convertidos a Jesus.

Por três anos e meio (Ap 11:3) estes que já testemunham hoje abertamente o Evangelho receberão poder de Deus para completar o seu ministério, enquanto que ao mesmo tempo, conforme Ap 13:5, o império que se ergue receberá das trevas “poder para agir por quarenta e dois meses”, ou seja, também três anos e meio. Ao fim deste período as testemunhas serão aniquiladas, dando, desta forma, abertura para o início da grande tribulação.

Num raciocínio prático, não comprar ou vender significa ser excluído do sistema financeiro, ter cancelado seu CPF ou documento equivalente em outros países. Seus cartões e contas vinculadas deixam de funcionar.

Se cancelar o acesso ao sistema financeiro dos não alinhados parece uma realidade distante, saiba que Nova York, por exemplo, já implantou o “Excelsior Pass”, um sistema da IBM baseado em blockchain, que permite a entrada dos vacinados a locais controlados, ou seja, praticamente todos os lugares, o que em contrapartida significa que os não vacinados não entram em lugar nenhum. E a ideia é expandir isto em escala global e impedir que estas pessoas tenham acesso às suas contas bancária. Empresas como Visa, Mastercard, Amex e praticamente todos os gigantes financeiros adotaram a ideia e já se prontificaram a colaborar para colocar isto em prática.

Já foi dito logo no início desta pandemia que o vírus havia parido um “11 de Setembro” global. Pariu uma série de restrições à liberdade individual como nenhum outro regime totalitário jamais conseguiu lograr, nem mesmo o nazismo.

Até hoje, Janeiro de 2022, morreram cerca de 5,5 milhões de pessoas em consequência desta chamada pandemia, o que transformado em estatística significa 0,07% da população, ou seja, 353 mortos por milhão de habitantes / ano.

É claro que cada vida importa, mas não justificam as medidas de restrição impostas pelas autoridades baseadas neste número de mortos, muito próximo das mortes por gripe sazonal. E diga-se de passagem que o número é falso. Alguém que teste positivo, mesmo não sentindo nada, se sofrer um enfarto vai engordar a estatística do vírus. É o que vai constar no atestado de óbito. Mas é perda de tempo criticar a política sanitária. Melhor entender o que está sendo feito na prática.

Encurtando uma longa estória, surgiu o vírus no final de 2019, e já no início de 2020 via-se no Youtube vídeos de chineses caindo mortos pelas ruas de Wuhan. Cadáveres apareciam aos borbotões abandonados nas ruas da cidade. Depois o vírus chegou à Europa. Lembro de um vídeo em que um italiano aparecia falando tendo ao fundo a imagem de sua irmã morta na cama, em que dizia que ela já estava lá há dois dias e que as autoridades não vinham retirá-la. Bem, faça um esforço de lembrar o que você próprio viu naquele tempo.

Puro terrorismo. Prefeitos mandando abrir centenas de covas e chamando a imprensa para colocar as imagens no telejornal. Sempre foi uma campanha para incutir medo nas pessoas, de modo que conforme previsto ainda em 2013 por Patrick Zylberman  em seu livro Tempestades Microbianas (Gallimard 2013), esta tática de terror teria como objetivo “produzir uma espécie de boa cidadania superlativa, na qual as obrigações impostas são apresentadas como evidência de altruísmo e o cidadão não tem mais direito à saúde, mas torna-se juridicamente obrigado à biossegurança”.

A consequência disto foi o lockdown global. Todo mundo preso em casa sem poder trabalhar, estudar, visitar parentes, nada. Igrejas fechadas, visitas hospitalares e velórios proibidos, Fique em casa e quem não podia ficar, porque dependia de sair para trazer o sustento para a família, foi preso, espancado, tratado como criminoso e todo mundo viu muitas destas cenas.

Confira a evolução dos atuais índices de pobreza e há de concluir que o número de mortos em decorrência da fome no mundo, por conta deste lockdown, é seis vezes maior que os mortos do Covid. A projeção das consequências deste advento, de acordo com a ONU, é um bilhão de novos miseráveis até 2030. Então evidentemente não se trata de preservação da vida, mas de um complô para mudança do atual sistema político para uma Nova Ordem Mundial, um Grande Reset.

E o vírus é apenas o primeiro pretexto para gerar o caos. Eles precisam do caos. Sem caos não haverá mudança alguma. E depois deste virão outros vírus, ou como mais provável, o passaporte carbono, porque vão bater forte na questão ambiental e nos culpar pelo aquecimento global da mesma forma que os sem vacina são culpados pela pandemia que não cessa.

Veja que a coisa toda é muito lógica, e para esta mentira virar verdade é preciso a participação de muitos atores e mais necessário ainda, um poder central, funcionando na prática como o maestro de uma orquestra de virtuosos.

Mas fica mais bacana mostra-los como uma banda, como faz o Bruce Springsteen nos seus shows, quando para no meio e apresenta um a um o pessoal da E Street Band. É nesta hora que os caras mostram seu virtuosismo, e como são bons naquilo que fazem.

Então a primeira a ser apresentada é a mídia chapa branca, a grande imprensa mentirosa e sedenta de favores dos poderosos. Exibem sua vassalagem espalhando terror não somente no horário nobre como diuturnamente. Depois entra em cena é a OMS chefiada por Tedros Adhanon, um terrorista etíope, funcionário de confiança dos chineses, disfarçado de biólogo, que declara que a coisa toda é uma pandemia. Não sou eu quem diz que ele é terrorista, mas o governo americano que incluiu seu partido político etíope o TPFL (Exército de Libertação do Tigrè) na lista de organizações terroristas já em 1990.

O próximo a ser apresentado é o político corrupto, este sempre presença garantida quando se trata de confusão. E Como esta gente gosta de crise, porque não há controle sobre gastos emergenciais. Seguem na cena os formadores de opinião, que tentam impor a mentira como confissão religiosa.    

Veja: a ideia é te ajudar a enxergar que tudo isto é uma pantomima. Esta gente sabe que uma coisa grande está em curso e que é preciso achar agora, logo no começo, um lugar ao sol, porque acreditam que serão aproveitados quando a nova ordem chegar.

É tudo pela causa. Estes caras abraçaram a “mentira nobre”, e nem importa se acreditam ou não no que dizem. Os fins justificam os meios.

O fato, meus irmãos, é que esta coisa está posta. Tenho dúvidas se serão estes que estão aí que trarão à existência esta nova ordem, porque vejo pela Escritura que quando este império se estabelecer será adorado pelos que não são de Deus. Difícil acreditar que o povo adoraria um Klaus Schwab, ou um Bill Gates, ou um chefete emasculado como este governador Dória de São Paulo, ou os corruptos do STF.

Eu me pergunto se o pai desta gente, o diabo, se arriscaria escolhendo esta escória para uma missão tão importante? Tenho dúvidas.

Meu amigo Pr. Chico Salerno costuma dizer que o pioneiro é o cara que leva a flechada, e há razões para pensar que o inferno colocou estas criaturas abjetas na frente do pelotão.

Há uma grande chance de não serem estes, mas não é garantido. De qualquer maneira, com estes ou aqueles a coisa virá. É a Bíblia que afirma.

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Ninguém fará parte da Nova Ordem Mundial a menos que pratique um ato de adoração a Lúcifer.

Vemos todos os dias na mídia, que analistas políticos e econômicos criticam atos de governadores e prefeitos como insanos, sem qualquer vínculo com a lógica no que diz respeito ao combate à pandemia do covid 19.

De fato não têm lógica, uma vez que se trata de medidas estúpidas e absurdas adotadas em nível global. Mas será tão difícil assim entender uma coisa tão evidente? Por que agem assim?

Bem, a resposta que os especialistas têm dificuldade de entender foi dada por escrito pelo Arcebispo Carlo Maria Viganò em carta publicada em 31 de agosto de 2021, cuja íntegra se encontra em inglês no link ao final do post. Vamos a ela:

Considerações sobre o Great Reset e a Nova Ordem Mundial pelo Arcebispo Carlo Maria Viganò, 28 de agosto de 2021.

Ninguém fará parte da Nova Ordem Mundial a menos que pratique um ato de adoração a Lúcifer. Ninguém entrará na Nova Era a menos que receba a iniciação Luciferiana. vid Spangler, Diretor do Projeto de Iniciativa Planetária das Nações Unidas (Reflexões sobre o Cristo, Findhorn, 1978)

Por mais de um ano e meio, temos testemunhado impotentemente a sucessão de eventos incongruentes para os quais a maioria de nós é incapaz de dar uma justificativa plausível.

A emergência da pandemia tornou particularmente evidente as contradições e ilogicidade das medidas nominalmente destinadas a limitar o contágio – bloqueios, toques de recolher, encerramento de atividades comerciais, limitações de serviços públicos e classes, suspensão dos direitos dos cidadãos – mas que são negadas diariamente por vozes conflitantes, por evidências claras de ineficácia, por contradições por parte das mesmas autoridades sanitárias.

Não há necessidade de listar as medidas que quase todos os governos do mundo têm tomado sem alcançar os resultados prometidos.

Se nos limitarmos às supostas vantagens que o soro do gene experimental deveria ter trazido à comunidade – sobretudo imunidade ao vírus e renovada liberdade de movimento – descobrimos que um estudo da Universidade de Oxford publicado no The Lancet (link aqui) afirmava que a carga viral de vacinados com dose dupla é 251 vezes maior que as primeiras cepas do vírus (link aqui), apesar das proclamações de líderes mundiais, a começar pelo primeiro-ministro italiano Mario Draghi, segundo quem “quem se vacina vive, quem não se vacina morre.”

Os efeitos colaterais do gene soro, inteligentemente disfarçados ou deliberadamente não registrados pelas autoridades sanitárias nacionais, parecem confirmar o perigo de tomar a vacina e as inquietantes incógnitas para a saúde que os cidadãos em breve terão que enfrentar.

Da ciência ao cientificismo

A arte da medicina – que não é ciência, mas a aplicação de princípios científicos a casos diferentes a cada vez, de forma experiencial e experimental – parece ter renunciado à sua prudência, em nome de uma emergência que se elevou ao nível do sacerdócio de uma religião – a religião da ciência e da verdade – que para ser tal se escondeu em um dogmatismo que beira a superstição.

Os ministros desse culto têm se constituído em uma casta de intocáveis, isentos de qualquer crítica, mesmo quando suas reivindicações são negadas pela evidência dos fatos.

Os princípios da medicina, considerados universalmente válidos até fevereiro de 2020, deram lugar à improvisação, a ponto de serem aconselhados a vacinar no auge da pandemia, a imposição de máscaras obrigatórias, embora inúteis, a imposição arbitrária de distâncias bizarras, a proibição de tratamentos com drogas eficazes e a imposição de terapias genéticas experimentais em violação dos protocolos normais de segurança.

E assim, como há novos sacerdotes do Covid, também há novos hereges, isto é, aqueles que rejeitam a nova religião pandêmica e desejam permanecer fiéis ao Juramento de Hipócrates.

Não raro, a aura de infalibilidade que envolve os virologistas e outros cientistas mais ou menos titulados, não parece ser questionada por seus conflitos de interesses, ou pelos substanciais benefícios financeiros recebidos pelas empresas farmacêuticas, que em condições normais seriam escandalosos e criminosos.

O que muitos não conseguem entender é a inconsistência entre os objetivos declarados e os meios que são adotados de uma maneira que muda constantemente para alcançá-los.

Se na Suécia, a ausência de bloqueios e máscaras não levou a taxas de infecção mais altas do que em países onde as pessoas foram confinadas em suas casas, ou onde usaram máscaras, mesmo nas escolas primárias, este elemento não é considerado prova de ineficácia das medidas.

Se em Israel ou na Grã-Bretanha a vacinação em massa aumentou as infecções e as tornou mais virulentas, seu exemplo não induz os governantes de outros países a serem cautelosos na campanha de vacinação, mas sim os empurra a avaliar a natureza obrigatória de sua administração da vacina.

Se a ivermectina ou o plasma hiperimune provam ser tratamentos válidos, isso não é suficiente para autorizá-los, muito menos recomendá-los.

E aqueles que se perguntam o motivo dessa irracionalidade desconcertante acabam se abstendo de julgar, dando uma espécie de aceitação fideísta aos pronunciamentos dos sacerdotes do Covid ou, inversamente, considerando os médicos como feiticeiros não confiáveis.

Um único script sob uma única direção

Como eu disse antes, estamos diante de um engano colossal, baseado em mentiras e fraudes.

Esse engano parte da premissa de que as justificativas apresentadas pelas autoridades em apoio às suas ações são sinceras. Mais simples, o erro consiste em acreditar que os governantes são honestos e supor que eles não mentem para nós.

Assim, persistimos em encontrar justificativas mais ou menos plausíveis, com o único propósito de não reconhecer que somos objeto de uma conspiração planejada nos mínimos detalhes.

E enquanto tentamos explicar racionalmente o comportamento irracional, enquanto atribuímos lógica às ações ilógicas daqueles que nos governam, a dissonância cognitiva nos leva a fechar os olhos para a realidade e acreditar nas mentiras mais vergonhosas.

Devíamos ter entendido – escrevi há algum tempo – que o plano do Great Reset não era o resultado dos delírios de algum “teórico da conspiração”, mas a evidência crua de um plano criminoso, concebido há décadas e com o objetivo de estabelecer uma ditadura universal em que uma minoria de pessoas incomensuravelmente ricas e poderosas pretende escravizar e subjugar toda a humanidade à ideologia globalista.

A acusação de “teoria da conspiração” talvez pudesse ter feito sentido quando a conspiração ainda não era evidente, mas hoje negar o que a elite planejou desde a década de 1950 é injustificável.

O que Kalergi, os Rothschilds, os Rockefellers, Klaus Schwab, Jacques Attali e Bill Gates têm dito desde longo tempo, foi publicado em livros e jornais, comentado e retomado por organismos e fundações internacionais, constituídos precisamente por partidos e maiorias governamentais.

A criação dos Estados Unidos da Europa, a imigração descontrolada, a redução dos salários, o cancelamento das garantias sindicais, a renúncia à soberania nacional, a moeda única, o controle dos cidadãos sob o pretexto de uma pandemia e a redução da população através do o uso de vacinas com novas tecnologias não são invenções recentes, mas o resultado de uma ação planejada, organizada e coordenada – uma ação que se mostra perfeitamente aderida a um mesmo roteiro e sob uma única direção.

As mentes criminosas

Uma vez que se entenda que os eventos presentes se destinam a obter determinados resultados – e, conseqüentemente, perseguir certos interesses em nome de uma parte minoritária da humanidade, com prejuízo incalculável para a maioria – devemos também ter a honestidade para reconhecer a mente criminosa dos autores deste plano.

Este desenho criminoso também nos faz entender a fraude perpetrada pela autoridade civil ao apresentar certas medidas como uma resposta inevitável a eventos imprevisíveis, quando os eventos foram habilmente criados e ampliados com o único propósito de legitimar uma revolução – que Klaus Schwab identifica como a quarta revolução industrial – pretendida pela elite em detrimento de toda a humanidade.

A escravidão da autoridade é, por outro lado, o resultado de um processo que começou ainda mais cedo, com a Revolução Francesa, e que fez da classe política a serva não de Deus (cujo senhorio ela desdenhosamente despreza), nem do povo soberano (que ela despreza e usa apenas para se legitimar), mas dos potentados econômico-financeiros, da oligarquia internacional de banqueiros usurários, e de multinacionais e farmacêuticas.

Na realidade, olhando mais de perto, todos esses sujeitos pertencem a um pequeno número de famílias conhecidas muito ricas.

A escravidão igualitária também é evidente na mídia: os jornalistas aceitaram – sem nenhum escrúpulo de consciência – se prostituir com os poderosos, chegando a censurar a verdade e espalhar mentiras vergonhosas sem sequer tentar dar-lhes a aparência de credibilidade.

Até o ano passado, os jornalistas contavam o número de “vítimas” de Covid apresentando qualquer um com teste positivo como uma doença terminal; hoje, aqueles que morrem após serem vacinados são sempre e apenas tomados por uma vaga “doença”, e mesmo antes dos exames post mortem eles decidem oficialmente que não há correlação entre a morte de uma pessoa e a administração do soro do gene.

Eles distorcem a verdade impunemente quando ela não confirma sua narrativa, distorcendo-a para se adequar a seus propósitos.

O que está acontecendo há um ano e meio foi amplamente anunciado, nos mínimos detalhes, pelos próprios criadores do Great Reset; assim como nos foi dito as medidas que seriam adotadas.

Em 17 de fevereiro de 1950, testemunhando perante o Senado dos Estados Unidos, o conhecido banqueiro James Warburg disse: “Teremos um governo mundial, queira você ou não. A única questão que se coloca é se este governo mundial será estabelecido por consenso ou pela força.”

Quatro anos depois, nasceu o Grupo Bilderberg, que teve entre seus membros personagens como o empresário italiano Gianni Agnelli, Henry Kissinger, Mario Monti e o atual primeiro-ministro italiano Mario Draghi.

Em 1991, David Rockefeller escreveu: “O mundo está pronto para um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e banqueiros mundiais é certamente preferível à autodeterminação nacional praticada nos séculos anteriores.” E acrescentou: “Estamos à beira de uma transformação global. Tudo o que precisamos é da crise global ‘certa’ e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial. ”

Hoje podemos afirmar que esta “crise certa” coincide com a emergência pandêmica e com o “travamento” delineado desde 2010 pelo documento da Fundação Rockefeller “Cenários para o Futuro da Tecnologia e Desenvolvimento Internacional”, no qual os eventos que agora estamos testemunhando são em tudo antecipados.

Em suma, eles criaram um falso problema para poder impor medidas de controle populacional como uma solução aparente, cancelar pequenas e médias empresas com bloqueios e o passe verde em benefício de alguns grupos internacionais, demolir a educação impondo ensino à distância, reduzir o custo da mão de obra e funcionários com “trabalho inteligente”, privatizar a saúde pública em benefício da Bigpharma e permitir que os governos usem o estado de emergência para legislar em derrogação da lei e impor as chamadas vacinas a toda população, tornando os cidadãos rastreáveis ​​em todos os seus movimentos e cronicamente doentes ou estéreis.

Tudo o que a elite queria fazer, eles fizeram. E o que é incompreensível é que diante das evidências da premeditação desse terrível crime contra a humanidade, que vê os líderes de quase todo o mundo como cúmplices e traidores, não há um único magistrado que abra um processo contra eles para averiguar a verdade e condenar os culpados e cúmplices.

 Aqueles que discordam não são apenas censurados, mas apontados como inimigos públicos, como infectadores, como não-pessoas a quem nenhum direito é reconhecido.

Deep State e Deep Church

Ora, perante um plano criminoso, seria pelo menos lógico denunciá-lo e torná-lo conhecido, para depois poder afastá-lo e julgar os culpados.

A lista de traidores deve começar com os chefes de governo, membros de gabinete e funcionários eleitos, e depois continuar com os virologistas e médicos corruptos, funcionários cúmplices, líderes das forças armadas incapazes de se opor à violação da Constituição, jornalistas esgotados, juízes covardes e as uniões obsequiosas.

Nessa longa lista que talvez se faça um dia, também devem ser listados os líderes da Igreja Católica, a começar por Bergoglio e não alguns poucos Bispos, que se tornaram zelosos executores da vontade do príncipe contra o mandato recebido de Cristo.

E certamente, nessa lista, se conheceria a extensão da conspiração e o número de conspiradores, confirmando a crise de autoridade e a perversão do poder civil e religioso.

Em suma, seria entendido que a parte corrupta da autoridade civil – o deep state (estado profundo) – e a parte corrupta da autoridade eclesiástica – a deep church (igreja profunda) – são duas faces da mesma moeda, ambas instrumentais para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial .

No entanto, para compreender esta aliança entre o poder civil e o religioso, é necessário reconhecer a dimensão espiritual e escatológica do conflito atual, enquadrando-o no contexto da guerra que Lúcifer, desde a sua queda, tem travado contra Deus.

Esta guerra, cujos resultados foram decididos ab æterno, com a derrota inexorável de Satanás e do Anticristo e a vitória esmagadora da Mulher cercada de estrelas, está agora se aproximando de sua conclusão.

É por isso que as forças das trevas agem de forma tão selvagem no momento, tão impacientes para cancelar o nome de Nosso Senhor da terra, para não apenas destruir sua presença tangível em nossas cidades, demolindo igrejas e cruzes e suprimindo os feriados cristãos, mas também eliminando a memória, cancelando a civilização cristã, adulterando seu ensino e degradando sua adoração.

E, para isso, a presença de uma Hierarquia fiel e corajosa, disposta a sofrer o martírio para defender a fé cristã e o ensino moral, é certamente um obstáculo.

É por isso que, desde a fase inicial do plano globalista, era essencial corromper a Hierarquia na moral e na doutrina, infiltrá-la com quintas colunas e células adormecidas, para privá-la de qualquer anseio sobrenatural e torná-la vulnerável a chantagem graças a escândalos financeiros e sexuais; tudo com o objetivo de excluí-la e eliminá-la uma vez que seu objetivo tenha sido alcançado, de acordo com a prática estabelecida.

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O Ministério de 1260 dias das Duas Testemunhas

Conforme visto anteriormente, as testemunhas já existirão no tempo apontado por Apocalipse 11. Não serão dois indivíduos, mas duas coletividades: igreja e judeus convertidos a Jesus.

O verso 3 diz que receberão então poder e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias vestidas de saco. Por que vestidas de saco? A expressão implica que são pessoas realmente comprometidas com o Evangelho. Estão conscientes da gravidade do momento, e assumem uma postura de humilhação diante de Deus. Sabem das consequências que virão sobre todos os que não renunciarem ao pecado e se entregarem a Cristo a tempo. De fato, as testemunhas são contemporâneas da geração sobre a qual Jesus disse: “não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.” (Mateus 24:34)

Mil duzentos e sessenta dias são três anos e meio, e se referem ao período de tempo que antecede a Grande Tribulação.  Durante este período, elas “têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem.” (Ap 11:6)

Alguns creem que estarão ativas durante a Grande Tribulação, mas é pouco provável, uma vez que a tribulação é descrita pelas trombetas, as quais detalham os acontecimentos deste período. Na Grande Tribulação, conforme dito por Jesus, os poderes do céu serão abalados: coisas cairão do céu eliminando um terço da vida nos oceanos; as fontes de água serão contaminadas causando a morte de muitos; o sol e as estrelas terão seu brilho diminuído. Os sinais executados pelas testemunhas seriam como uma gota de água no oceano quando comparados aos eventos que acontecerão neste tempo. Nem seriam percebidos, uma vez que mais de um terço da população remanescente da terra irá morrer em função destes desastres. São melhor compreendidas atuando antes da tribulação.

Do ponto de vista cronológico, o ministério das testemunhas se dará junto com a consolidação da governança global que Apocalipse trata como a besta. Sobre esta besta, diz Ap 13:5 que “foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.” Coincide, portanto, o ministério das testemunhas com a tomada do poder global. A trajetória destas duas forças opostas se dará simultaneamente, uma combatendo a outra.

Hoje vemos uns poucos cristãos se levantarem contra toda a sorte de imundícia que se propaga pelos quatro cantos da terra. Estes são as testemunhas de Cristo. Muitos têm sido perseguidos e mais serão perseguidos à medida que estas coisas avançam.

Então, no tempo certo, conforme o relógio de Deus, os que estiverem ativos, testemunhando de Jesus, estes receberão poder. Não todos ditos cristãos, apenas os fiéis. Paulo disse que os dias próximos à volta de Jesus seriam marcados pela apostasia. (2 Ts 2:3)

Para além do poder de castigar a terra, as testemunhas terão total garantia de vida durante os 3,5 anos de seu ministério. Diz Ap 11:5: “se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá da sua boca, e devorará os seus inimigos; e, se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto.”

Evidente que soltar fogo pela boca é uma metáfora. O Profeta Jeremias usa a mesma figura de linguagem quando diz: “Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o SENHOR”. (Jeremias 23 : 29)

Consequentemente temos que a pregação das testemunhas perturba seus ouvintes de tal maneira, que para estes equivale a uma ameaça do fogo do inferno como consequência de seus atos. E, se perturba, incita o ódio.

Mas a segunda parte do verso diz que aqueles que tentarem qualquer mal contra elas deve morrer, e neste caso, nada se vê de figurativo na afirmação.

O fato é que estes testemunharão em toda a terra, e, “quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará (V 7)”.

Somente depois da morte das testemunhas (quando acabarem o seu testemunho) o anticristo será revelado e Paulo explica em II Ts 2:1-8 como isto se dará: “ORA, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?  E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”.

Quem é este “que agora resiste até que do meio seja tirado”? Não um indivíduo, mas uma coletividade. As testemunhas.

Quando isto acontecer, o mundo estará vivendo a plenitude descrita em Apocalipse 13

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Quem são as duas Testemunhas de Apocalipse 11?

A questão das duas testemunhas tem sido um destes temas mal compreendidos na Bíblia. Não se ouve muitas pregações a respeito, e as interpretações mais aceitas são geralmente pobres e sem fundamento.

O capítulo 11 de Apocalipse inicia mencionando indiretamente as duas testemunhas, o que está implícito na ordem dada a João para medir o Templo: “Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.”. (Ap 11:1) Medir os que adoram no Templo, significa aqui, identificar quem são as testemunhas fiéis de Jesus.

A primeira observação sobre estas testemunhas vem do primeiro verso em que são diretamente citadas: “E darei poder às minhas duas testemunhas”. (Ap 11:3)

Observe que elas não surgem do nada, posto que já existam. Deus não diz levantarei duas testemunhas, ou suscitarei duas testemunhas, mas, darei poder às minhas duas testemunhas.

Isto significa que elas já existiam antes de receber este poder. Já testemunhavam de Cristo antes disto. De fato já cumpriam o mandamento estabelecido por Jesus, conforme Atos 1:8: “ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. Note que esta é uma ordem de Jesus dada à Igreja: Testemunhar.

A compreensão de que já existiam implica que, num mundo onde é cada vez mais difícil pregar o Evangelho, estas duas testemunhas estavam em plena atividade, alheias ao risco pessoal imposto por um mundo cada vez mais anticristão.

Mas você pode estar perguntando: “Mas não dizem que as testemunhas são Moisés e Elias?” Dizem sim. Ou que são Enoque e Elias, e há muitas justificativas para tal, e todas muito bem sustentadas, por sinal. Mas não tem fundamento bíblico. É apenas especulação bíblica fácil de sustentar.

Pense o seguinte: Que um dia Moisés e Elias aparecessem em Jerusalém e começassem a testemunhar de Jesus. Seriam presos! Não teriam documentos, não teriam passaporte, identidade, endereço fixo, certidão de nascimento, nada.  A polícia os prenderia. As pessoas riem do argumento, parece blasfêmia, mas faz sentido. Não há qualquer possibilidade que sejam eles as testemunhas. O texto não menciona nomes, apenas que são duas testemunhas.

A necessidade de serem duas vem da Lei de Moisés: “Uma só testemunha contra alguém não se levantará por qualquer iniquidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado que cometeu; pela boca de duas testemunhas, ou pela boca de três testemunhas, se estabelecerá o fato.” (Deuteronômio 19: 15).

Diz a seguir o texto de Apocalipse: “Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.”. (Apocalipse 11:4)

O que são as duas oliveiras e os dois castiçais?

Jeremias 11:16 associa figurativamente a oliveira ao povo de Israel: “Denominou-te o SENHOR oliveira verde, formosa por seus deliciosos frutos”. Na altura Israel representava o povo de Deus, um coletivo e não dois indivíduos.

Já no contexto do Novo Testamento, o Apóstolo Paulo, tratando da rejeição dos judeus ao Evangelho, explica que estes representam os ramos quebrados da oliveira, no lugar dos quais, nós, gentios, fomos enxertados.

E Paulo completa: “E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar. Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira! ” (Romanos 11:23)

Desta forma, nós, gentios, fomos feitos igualmente parte do povo de Deus, indivíduos de todas as raças que compreendem que Jesus é o Filho de Deus que morreu pelos nossos pecados.  E Paulo acrescenta em Gálatas 3:29:  “E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.”.

A oliveira representa o povo de Deus, da mesma forma que os castiçais, cuja identidade está revelada no capítulo 1 de Apocalipse, representam a Igreja. Diz o texto: “e ouvi detrás de mim uma grande voz (v 10)”… “E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro” (V 12)… e finalmente no verso 20 a interpretação: “os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas.”.

Vê-se pelo desenvolvimento do texto que os castiçais identificam as igrejas, também um coletivo, e não duas pessoas singulares. Como Corpo de Cristo a igreja congrega pessoas convertidas a Jesus, gentios e judeus.

Sendo assim, é lícito afirmar que os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, bem como todos os demais santos do Antigo Testamento, são todos parte do Corpo de Cristo, a Igreja, da mesma forma que os gentios são parte do Israel de Deus.

No livro do Profeta Zacarias, o capítulo 4 registra sua quinta visão. Observe que neste texto, o candelabro de sete castiçais e as oliveiras formam uma unidade. A luz do candelabro só é possível porque as oliveiras vertem o azeite que mantem a chama acesa.

Outro ponto interessante que reforça a ideia de as oliveiras e os castiçais representarem a Igreja está nas cartas às sete igrejas, onde vemos que apenas duas não sofrem repreensão da parte do Espírito Santo: Esmirna e Filadélfia. Duas entre sete. Refere-se às duas testemunhas: as duas oliveiras e os dois castiçais.

Perceba que o texto não diz duas oliveiras e dois castiçais, mas, as duas e os dois. Estes artigos fazem toda diferença, porque indica quais duas entre as sete são as testemunhas fiéis a Cristo.

De que maneira isto nos afeta? Na verdade afeta de uma maneira radical, porque Deus não chamou dois de seus maiores servos para testemunhar de Jesus no fim dos tempos, mas chamou a nós.

Então é imensa a nossa responsabilidade, e não só responsabilidade, como oportunidade de servir a Deus, sobretudo porque vivemos no meio de um cristianismo marcado pela apostasia. Não é, portanto, de espectadores da volta de Jesus o nosso papel, mas de testemunhas do Evangelho.

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Não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam

Vivemos os dias que Jesus chamou de dores do parto: escalada de guerras, fomes, pestes e terremotos em vários lugares.

Na questão dos terremotos, a ciência confirma as palavras de Jesus. O intervalo entre grandes terremotos é cada vez menor, conforme constata um artigo do CITY DATA, empresa americana que coleta dados de várias fontes, que adverte o seguinte: “Entre o ano 1 e 1800 DC houve aproximadamente 28 grandes terremotos registrados pela história. Isto resulta numa média de 1 grande terremoto ocorrendo a cada 60 anos. De 1801 até 1900 houve aproximadamente 31 terremotos acima de 7 graus na Escala Richter, o que resulta em 1 grande terremoto a cada 3,2 anos; De 1901 a 2000 ocorreram 222 grandes terremotos acima de Richter 7, resultando numa média de 1 a cada 6 meses; De 2000 a 2003 foram 59 grandes terremotos, o que resulta uma média de 1 a cada 24 dias. O intervalo entre grandes terremotos tem diminuído de forma sistemática. Fonte:http://www.city-data.com/forum/alaska/1226039-increasing-frequency-major-earthquakes.html

As dores do parto fazem referência ao tempo que antecede a grande tribulação que há de vir sobre o mundo. Para nossa realidade é o processo de implantação de uma Nova Ordem Mundial.

No contexto deste discurso, a divisão entre estes dois adventos é a declaração de que o Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, quando então virá o fim. Dois comentários: 1 – O Evangelho chegar aos confins da terra implica no ministério das duas testemunhas; 2 – O fim, neste caso, se refere ao encerramento do primeiro ciclo, as dores do parto, e a abertura para a grande tribulação.

O Livro de Apocalipse pode ser descrito como uma expansão deste discurso, de maneira que se pode concluir que as dores do parto estão ali representadas pelos quatro cavaleiros e suas respectivas montarias: a figura do cavalo branco, que muitos entendem representar Jesus, representa sim, a implantação de uma governança global, cujo apogeu se encontra descrito no capítulo 13 de Apocalipse; o vermelho, as guerras; o preto a carestia dos alimentos e consequente fome; e por fim, o amarelo que representa a morte decorrente das ações de seus antecessores. Um quarto da população da terra terá morrido ao fim deste período.

Os quatro cavaleiros simbolizam a marcha histórica da implantação do último império antes da volta de Jesus, o quarto império descrito pelo Profeta Daniel.

Embora os sinais desta marcha sejam perceptíveis, e muitas vozes se levantem contra o rumo que as coisas têm tomado no tempo presente e lutem para que tudo retorne à normalidade, são favas contadas: a Nova Ordem Mundial virá. Tudo está acontecendo diante de nossos olhos e não há o que possa ser feito para impedir que aconteça. Nenhum poder político, nenhum poder econômico, nem mesmo Deus pode mudar o rumo da história futura porque foi Ele quem disse que tudo acontecerá conforme está escrito.

Para o futuro não devemos esperar que as coisas melhorem, pois só farão piorar. Não é pessimismo, mas fé no que está escrito na Bíblia. Alguém já disse, e é verdade, que o pessimista é um otimista bem informado.

Nos próximos anos, para além de testemunharmos uma mortandade jamais vista, ouviremos mais e mais os líderes mundiais pregarem a necessidade de uma governança global como única alternativa ao caos.

Embora a descrição bíblica do futuro seja marcada por eventos dramáticos, todos apresentados abruptamente, a lógica nos mostra que tal descrição é factual. Não é como um roteiro de filme. Se Fôssemos, por exemplo, contar a história dos últimos vinte anos de nossas vidas usando o mesmo espaço utilizado por João para descrever os quatro cavaleiros, teríamos que fazê-lo com 232 palavras, menos de um terço de uma página A4. Então tudo vem condensado, somente os fatos.

A lógica, no entanto, nos força a concluir que as coisas relatadas acontecerão num ritmo normal, lentamente, mas, possivelmente dentro de um período limitado revelado nas escrituras.

Depois de dizer aos apóstolos que o não ficaria pedra sobre pedra no Templo de Jerusalém, Pedro, André, João e Tiago perguntaram a Jesus em particular: “Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?”.

Ao responder às três questões, muito ao estilo dos profetas do Antigo Testamento, Jesus não só não separa um assunto do outro, como também detalha no mesmo discurso, a destruição do Templo que viria a acontecer no ano 70, quarenta anos depois deste discurso. Foi esta, alias, a origem da conversa, uma vez que tudo começa quando os discípulos elogiam a arquitetura do Templo e Jesus diz que não ficaria ali pedra sobre pedra, conforme se lê em Mateus 24:1-2: “Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada”.

Antes de o Templo ser destruído veio a perseguição sobre a igreja, calcada no ódio ao nome de Jesus. Atos dos Apóstolos registra as prisões de Pedro e João, a morte de Estevão, as atrocidades cometidas contra Paulo, e outros. Flávio Josefo registra na História dos Hebreus a morte de Tiago, irmão de Jesus, por volta do ano 63, de maneira que teria sido fácil para qualquer discípulo perceber estes sinais, que hoje, para nós, são meramente registros históricos.

Se por um lado, tudo no Sermão profético antecipou com precisão a destruição de Jerusalém e seu Templo no curso daqueles quarenta anos seguintes, temos que observar certas referências que nos mostram claramente que este ciclo da história é uma figura daquilo que ainda virá a ocorrer em nosso futuro, ou já está acontecendo.

No que se refere aos fatos que culminariam com a destruição do Templo, estes foram cronologicamente bem delimitados pelas palavras de Jesus registradas em Mateus 23:36: “Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração”.

Esta sentença se baseia no que está registrado em Mateus 23, que relata o mais aberto dos confrontos entre Jesus e os fariseus, no qual os acusa de serem os assassinos dos profetas enviados por Deus, característica que continuou em prática até que o Templo veio a ser destruído, uma vez que foram eles os mandantes da perseguição aos cristãos. Neste embate, Jesus destaca a hipocrisia e a falsidade ideológica da religião, o apego à bajulação, o mau uso do cargo em proveito próprio, e a interpretação distorcida da Lei com fins pessoais. A punição por tudo isto veio de fato se abater sobre aquela geração.

Já no que se refere a um contexto futuro, no mesmo sermão, caracterizando agora o tempo em que sucederão as dores do parto, a Grande Tribulação e a volta de Jesus, o Senhor defere uma sentença condenatória semelhante como punição às gerações futuras, conforme Mateus 24:34: “Todas estas coisas hão de vir sobre esta geração”. Difere, portanto, da condenação da geração de seus contemporâneos, os que viram a destruição do Templo, conforme Mateus 23:36. Já em Mateus 24:33-34, Jesus adverte a geração futura: “Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.”

Esta afirmação nos serve de base, ou ao menos não nos desautoriza a concluir que os eventos que se iniciam com dores do parto preditas por Jesus acontecerão todas num tempo delimitado, quer seja, quarenta anos. É algo que devemos considerar. A destruição do Templo no ano 70 ocorreu no quadragésimo ano da profecia, de maneira que há embasamento bíblico para afirmar que o mundo será profundamente transformado nos quarenta anos que antecederão a volta do Senhor. Impossível saber quando se inicia, ou se iniciou esta contagem.

Há ainda que se observar que a guerra dos judeus contra os romanos durou exatos sete anos. Do início dos conflitos até o ano 70 transcorreram 3,5 anos. Depois da destruição do Templo foram mais 3,5 anos até que os romanos reconquistassem o resto do país, particularmente a Fortaleza de Massada.

Tudo isto são constatações históricas, que não têm nada de sensacionalismo, pois não se baseiam em quaisquer outras conclusões, senão em fatos consagrados pela história secular. É importante atentar para este detalhe: Não é a Bíblia que confirma estas profecias, mas a história secular.

Veja que todos os sinais previstos por Jesus se confirmam de maneira clara.

Se até o presente, absolutamente tudo o que Jesus disse tem-se cumprido à risca, como poderia ser diferente quanto ao futuro?

Eu sinceramente creio que o Apocalipse já começou e estamos em algum ponto destes 40 anos.

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A Era do Terror

Dizem que foi o David Rockfeller quem cunhou a frase: “não se deve desperdiçar uma boa crise”. Não sei se foi ele, mas não desperdiçaram. O Corona vírus pariu a restrição das liberdades individuais.

Dizem também que é uma conspiração, e é mesmo. A verdade é que nunca existiu uma conspiração sequer, desde que existe o homem sobre a face da terra, que não tenha sido inspirada pelo diabo. Conspirações nascem no inferno, é o que afirma Efésios 6. E entre tantas que deram errado, esta é uma que deu certo, de maneira que pessoas rotuladas de conspiradores, como Bill Gates, ou Antony Fauci, ou Tedros Adhanom, entre outros, as caras aparentes desta crise, são apenas coadjuvantes do senhor a quem servem.

O Corona vírus é outro 11 de Setembro. Mais restrições à liberdade, proibição perpétua de ajuntamentos, distanciamento social, passaporte imunológico, suspenção de direitos individuais, entre outras mazelas que vieram para ficar. Depois desta primeira haverá outra onda, e depois outra, e depois outro vírus. É o setup de uma nova ordem global, aquela descrita com precisão em Apocalipse 13.

Apocalipse 13 é o ponto em que nós, a igreja, concordamos sobre o futuro. Concordamos que em breve haverá uma governança única no mundo (poder sobre toda a tribo, e língua, e nação); que este governo será aceito e bem-visto pela imensa maioria das pessoas (adoraram-no todos os que habitam sobre a terra); que virá a perseguição sobre a igreja fiel a Cristo (foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los); que será respaldado por uma espécie de religião universal (dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta); que esta religião terá autoridade legal para perseguir os que pensam de maneira diferente (fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta); e, por fim, concordamos que determinará os padrões aceitáveis de convívio social subserviente (para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal).

De fato, já vimos isto no passado, quando houve a inquisição, ou o nazismo, ou a revolução bolchevique, ou qualquer outro governo absolutista no mundo, e de maneira semelhante ao que acontece no presente, estes regimes se impuseram através do terror. Funcionou no passado e está funcionando hoje, tal e qual, através da passividade da maioria silenciosa. Lembro-me de uma frase de um documentário que questionava como um povo que legou ao mundo homens como Lutero, Goethe, Beethoven, e Einstein, fez parir o nazismo? A resposta é a mesma: através do terror.

Mas como, partindo do tipo de sociedade que temos hoje, chegaremos à sociedade descrita em Apocalipse 13? A resposta é sempre a mesma: através do terror.

No momento, importa implantar o terror como ferramenta de dominação. Daí a efervescência no mundo político. Quem se impuser agora acredita que fará parte da governança que se materializa.Vivemos o momento em que implantam o “terror da saúde” como um instrumento para governar aquilo que os teóricos chamam de “piores cenários”.

O que são estes “piores cenários”? É o que virá depois que o Covid 19 atingir seus objetivos. É o reset do sistema financeiro. Nada a ver com os milhões de mortes causadas pela quarentena, suicídios de gente que ficou na miséria, desemprego estrutural (aquele posto de trabalho que nunca mais vai existir), violência sem precedentes, crianças empurradas para a prostituição, destruição de famílias, desestabilização de governos, fome, e cerca de 300 milhões de pessoas empurradas para abaixo da linha da pobreza já em 2020, segundo o Banco Mundial. Nada disto. “Piores cenários” se refere ao que vem depois disto, o reset da economia global.

Existe uma teoria secular, não religiosa, que explica o porquê da imposição disto que acontece diante de nossos olhos. A teoria em questão é descrita com precisão no artigo reproduzido abaixo de autoria de Giorgio Agamben, que por sua vez cita a obra “Tempêtes microbiennes” (Tempestades microbianas) de Patrick Zylberman, escrito em 2013. Leia com atenção e, se possível, desprovido de defesa.

Biosegurança e Política (Giorgio Agamben)

(Giorgio Agamben (Roma, 22 de abril de 1942) é um filósofo italiano, autor de obras que percorrem temas que vão da estética à política.) Wikipedia

Tradução do blog de Giorgio Agamben, 11 de Maio de 2020. O original está aqui.

O que chama a atenção nas reações aos aparelhos de exceção que foram implementados em nosso país (Itália – e não apenas neste) é a incapacidade de observá-los além do contexto imediato em que eles parecem operar. Raros são aqueles que tentam interpretá-los como sintomas e sinais de um experimento mais amplo – como qualquer análise política séria exigiria – em que o que está em jogo é um novo paradigma para o governo dos homens e das coisas.

Já em um livro publicado há sete anos, que agora vale a pena reler com cuidado (Tempêtes microbiennes – Tempestades microbianas, Gallimard 2013), Patrick Zylberman descreveu o processo pelo qual a segurança da saúde, até então à margem dos cálculos políticos, estava se tornando uma parte essencial das estratégias políticas nacionais e internacionais.

O que está em questão é nada menos do que a criação de uma espécie de “terror da saúde” como um instrumento para governar o que é chamado de “piores cenários”.

É de acordo com essa lógica das piores coisas que já em 2005 a Organização Mundial da Saúde anunciou “2 a 150 milhões de mortes por gripe aviária se aproximando”, sugerindo uma estratégia política que os estados ainda não estavam prontos para aceitar na época.

Zylberman mostra que o aparato sugerido foi articulado em três pontos:

1) a construção, com base em um possível risco, de um cenário fictício no qual os dados são apresentados de forma a promover comportamentos que permitam governar uma situação extrema ;

2) a adoção da lógica dos piores como regime de racionalidade política;

3) a organização total do corpo de cidadãos de maneira a fortalecer a máxima adesão às instituições do governo, produzindo uma espécie de boa cidadania superlativa, na qual as obrigações impostas são apresentadas como evidência de altruísmo e o cidadão não tem mais direito à saúde ( segurança da saúde), mas torna-se juridicamente obrigado à saúde (biossegurança).

O que Zylberman descreveu em 2013 foi agora devidamente confirmado.

É evidente que, além da situação de emergência, ligada a um determinado vírus que poderá no futuro ser substituído por outro, está em questão o desenho de um paradigma de governança cuja eficácia excederá a de todas as formas de governo conhecidas até agora em outros países na história política do Ocidente.

Se já, no declínio progressivo das ideologias e crenças políticas, razões de segurança permitiram que os cidadãos aceitassem limitações de sua liberdade que anteriormente não estavam dispostas a aceitar, a biossegurança mostrou-se capaz de apresentar a cessação absoluta de toda atividade política e de todas as relações sociais na forma máxima de participação cívica.

Assim, foi possível perceber o paradoxo das organizações de esquerda, tradicionalmente no hábito de reivindicar direitos e denunciar violações da constituição, aceitando limitações à liberdade feitas por decreto ministerial desprovidas de qualquer base legal e que nem o fascismo pudesse sonhar que conseguiria impor.

É evidente – e as próprias autoridades governamentais não deixam de nos lembrar disso – que o chamado “distanciamento social” se tornará o modelo de política que nos espera, e que (como representantes de uma chamada “força-tarefa” anunciada, cujos membros estão em óbvio conflito de interesses com o papel que se espera que exerçam), aproveitarão as vantagens deste distanciamento social para substituir por aparatos tecnológicos digitais em todo lugar , a presença humana, que, como tal, torna-se suspeito de contágio (contágio político, seja entendido).

As aulas na universidade, como o MIUR (Ministério da Educação da Itália) já recomendou, ficarão estáveis ​​online a partir do próximo ano; você não se reconhecerá mais olhando para o seu rosto, que pode estar coberto com uma máscara, mas através de dispositivos digitais que reconhecem dados biológicos coletados compulsoriamente; e qualquer “multidão”, formada por razões políticas ou simplesmente por amizade, continuará sendo proibida.

O que está em questão é uma concepção completa dos destinos da sociedade humana a partir de uma perspectiva que, de várias maneiras, parece ter adotado a ideia apocalíptica do fim do mundo a partir de religiões que estão agora no seu por do sol.

Tendo substituído a política pela economia, agora, para garantir a governança, isso deve ser integrado ao novo paradigma da biossegurança, ao qual todas as outras exigências deverão ser sacrificadas.

É legítimo perguntar se essa sociedade ainda pode ser definida como humana ou se a perda de relações sensíveis, de face, de amizade e de amor pode ser realmente compensada por uma segurança de saúde abstrata e presumivelmente completamente fictícia.

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A Guerra dos Judeus contra os Romanos – Parte 12 – A destruição de Jerusalém

Conforme Josefo, “foram feitos prisioneiros durante esta guerra noventa e sete mil homens e o assédio de Jerusalém custou a vida a um milhão e cem mil homens, dos quais a maior parte, embora judeus de nascimento, não eram nascidos na judéia, mas lá se encontravam de todas as províncias para festejar a Páscoa e haviam ficado presos na cidade por causa da guerra.

Como não havia lugar para acomodá-los a todos, sobre¬veio a peste e logo em seguida a carestia. Pode-se julgar que era difícil que aquela cidade, sendo tão grande, estivesse de tal modo povoada, que não havia lugar para tanta gente, principalmente esses judeus vindos de fora, mas não há melhor prova para isso, do que o recenseamento feito no tempo de Céstio.

Pois esse governador, querendo dar a conhecer a Nero, que tinha tanto desprezo pelos judeus, a força de Jerusalém, rogou aos sacerdotes que contassem o povo. Eles escolheram para isso o tempo da festa da Páscoa no qual desde as nove horas até às onze, sem cessar, imola¬ram-se vítimas, cuja carne era consumida pelas famílias, que não tinham menos de dez pessoas, algumas até vinte. Concluiu-se que haviam sido imolados duzentos e cinqüenta e cinco mil e seiscentos animais, de onde, contando-se apenas dez pessoas para cada animal, teríamos dois milhões, quinhentos e cinqüenta e seis mil pessoas, purificadas e santificadas. Não eram admitidos a oferecer sacrifícios nem os leprosos, nem os que sofriam de gonorréia, nem as mulheres que estavam no tempo do incômodo que lhes é ordinário, nem os estrangeiros que, não sendo judeus de raça, não deixavam de sê-lo, por devoção a essa solenidade. Assim, aquela grande multidão que se tinha dirigido a Jerusalém, de tantos e tão diversos lugares, antes do cerco, lá se encontrou encerrada como numa prisão, quando a guerra começou.

Parece, pelo que acabo de dizer, que nenhum acidente humano, nem flagelo algum mandado por Deus, jamais causaram a ruína de um tão grande número de pessoas, como o dos que pereceram pela peste, pela fome, pelas armas e pelo fogo, durante esse cerco, ou que foram levados como escravos pelos romanos. Os solda¬dos rebuscaram até nos esgotos e nos sepulcros, onde mataram a todos os que ainda estavam vivos e desses encontraram mais de dois mil que se haviam matado uns aos outros ou a si mesmos, ou que tinham sido mortos pela fome. O mau cheiro que saía desses lugares infectados era tão grande, que vários, não podendo suportá-lo, abandonavam-no.

Assim terminou Jerusalém, no dia oito de setembro, no segundo ano do reinado de Vespasiano. Tito ordenou que destruíssem a cidade até os alicerces, com exceção de um pedaço do muro, que está do lado do ocidente, onde ele tinha determinado construir uma fortaleza e as torres de Hípicos, de Fazael e de Mariana, porque, sobrepujando a todas as outras em altura e em magnificência, ele as queria conservar para mostrar à posteridade, quão grandes foram o valor e a ciência dos romanos na guerra, para se apoderarem daquela poderosa cidade, que se tinha elevado a tal nível de glória. Essa ordem foi tão exatamente cumprida que não ficou sinal al¬gum, que mostrasse haver ali existido um centro tão populoso. Tal o fim de Jerusalém, cuja triste sorte só se pode atribuir à raiva daqueles revoltosos que atearam o fogo na guerra. (Ibid 498 – 500)

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A Guerra dos Judeus contra os Romanos – Parte 11 – Tito entra em Jerusalém

Ao mesmo tempo em que o fogo consumia o Templo os romanos matavam a todos os que encontravam. Mais proveitosa é a leitura do próprio texto de Josefo: ” Não perdoavam nem à idade, nem à condição. Os velhos e as crianças, os sacerdotes e os leigos, eram todos passa¬dos a fio de espada; todos eram envolvidos nessa matança geral e os que recorriam aos rogos não eram tratados com mais clemência do que os que tinham a coragem de se defender até o fim; o gemido dos moribundos misturava-se com o barulho do crepitar das chamas, que avançavam sempre e o incêndio de tão grande edifício, situado num lugar elevado, fazia, aos que o contemplavam de longe, pensar que toda a cidade estava sendo devorada pelas chamas.
Nada se poderia ouvir de mais horrível, do que o ruído que ecoava pelo ar, em todas as direções.

Não se pode imaginar o que faziam as legiões romanas, tomadas de furor; os gritos dos revoltosos, que se viam envolvidos de todos os lados pelas armas e pelo fogo misturavam-se com as queixas e lamentações do pobre povo, que estava no Templo e que levado pelo desespero, ao fugir, atirava-se nos braços dos inimigos; vozes confusas elevava até o céu a multidão que estava no alto do monte fronteiro ao Templo, contem¬plando o horrível espetáculo. Aqueles mesmos que a fome tinha reduzido aos extremos, aos quais a morte estava prestes a fechar os olhos para sempre, percebendo o incêndio do Templo, reuniam todas as suas forças para deplorar tão grave desgraça; os ecos dos montes vizinhos e da região que está além do Jordão multiplicavam ainda esse barulho horrível. Por mais espantoso que fosse, porém, os males que causava eram-no ainda mais. O fogo, que devorava o Templo, era tão grande e violento que parecia que o mesmo monte sobre o qual estava situado ardia todo inteiro. O sangue corria em tal quantidade que parecia querer competir com o fogo, quem se estenderia mais. O número dos mortos era muito maior que o daqueles que os sacrifica¬vam à sua cólera e vingança; toda a terra estava coberta de cadáveres; os soldados pisavam-nos, para poder continuar a perseguir os que ainda tentavam fugir. Por fim os revoltosos organizaram tão violento ataque que repeliram os romanos, chegaram ao Templo exterior e de lá retiraram-se para a cidade.

Os romanos, julgando que uma vez queimado, seria inútil poupar o restante, incendiaram, também todos os edifícios dos arredores; e assim eles foram destruídos com tudo o que restava dos pórticos e das portas, exceto as duas que estavam do lado do oriente e do sul, que eles destruíram depois, até os alicerces. Incendiaram também a tesouraria que estava cheia de uma quantidade enorme de riquezas, quer em dinheiro quer em soberbas peças de vestuário e outras coisas preciosas, porque os mais ricos dos judeus para lá haviam levado o que tinham de melhor.
Fora do Templo só restava uma galeria, onde seis mil pessoas do povo, homens, mulheres e crianças se tinham reunido para se salvar; mas os soldados, levados pela cólera, incendiaram-na também, sem esperar a ordem de Tito, uns morreram queimados, outros atirando-se para baixo, para não sofrer morte se¬melhante, se suicidaram, de sorte que nem um só se salvou. (Ibid 472-474)

Com o Templo tomado, passaram os soldados a atacar indistintamente as populações da cidade, matando sem qualquer traço de piedade mulheres, crianças e velhos. As casas eram saqueadas e incendiadas. Os que nelas entravam, para saqueá-las, encontravam-nas cheias de cadáveres de toda a família que a fome havia feito perecer.

Josefo diz que “foi a oito de setembro que Jerusalém, depois de ter sofrido tantos males, por fim, desapareceu sob o violento incêndio. Durante o assédio, mil sofrimentos a atormentaram, fazendo que sua felicidade e seu esplendor, que desde a funda¬ção haviam sido enormes, se eclipsassem, depois de a terem tornado digna de inveja. Mas em tal conjuntura, depois de tantos males, essa infeliz cidade não é digna de lástima, a não ser por ter agasalhado em seu seio aquela multidão de víboras, que a devoraram e foram a causa de sua ruína.” (Ibid 495)

Mesmo com a cidade entregue à superioridade dos romanos, ainda assim continuou a mortandade de pessoas, mesmo havendo ordens de Tito para que fossem poupados os que desejassem a paz.

Josefo conta que “dentre os que foram poupados, os que tinham mais de dezessete anos foram enviados para trabalhar nas obras públicas e Tito distribuiu um grande número deles pelas províncias para servirem de espetáculo de gladiadores e combater contra as feras. Os que tinham menos de dezessete anos foram vendidos.

Dessa forma, enquanto estes míseros eram encaminhados como escravos, onze mil outros morreram, uns, porque seus guardas que os odiavam não lhes deram de comer, outros, porque não o queriam fazer, desgostosos como esta¬vam da vida, preferiam mesmo morrer e também porque dificilmente se encon¬trava trigo para alimentar tanta gente”. (Ibid 497)

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A Guerra dos Judeus contra os Romanos – Parte 10 – O Templo incendiado

Josefo diz que em 8 de agosto Tito mandou colocar arietes na direção dos portões do Templo em seu lado ocidental, batendo por seis dias seguidos sem qualquer resultado. O mesmo se deu quanto à tentativa de arrancar algumas pedras dos alicerces das portas. Tentaram também escalar o portão com escadas, o que os judeus repeliam, e assim, vários romanos perderam suas vidas. Tito, vendo que o seu desejo de conservar o Templo custava a vida de um grande número de soldados, mandou incendiar-lhe os pórticos, que queimaram pelo restante daquele dia e toda a noite, de maneira que, no dia seguinte, ordenou que fosse extinto o fogo e o caminho aplainado para a passagem das tropas.

Reuniu em seguida seus comandantes para deliberarem sobre a resolução que deviam tomar com relação ao Templo. Diz Josefo que “uns, foram de opinião de se usar do poder que lhes dava o direito da guerra, porque enquanto ele subsistisse, os judeus que ali se reuniram de todas as partes da terra, sempre se haveriam de revoltar. Outros disseram, que se os judeus o abandonassem, sem querer mais defendê-lo, julgavam que então poderia ser conservado.

No entanto, se continuassem a fazer guerra, seria preciso incendiá-lo, porque não deveria mais ser considerado como um Templo, mas como uma fortaleza e seria aos judeus somente que se deveria atribuir a ruína do mesmo, porque lhe tinham sido a causa. Depois de terem assim opinado, Tito disse que ainda que os judeus se servissem do Templo como de uma praça de guerra, para continuar na sua revolta, não era justo vingar-se em coisas inanimadas, pelas faltas cometidas pelos homens, reduzindo a cinzas uma obra cuja conservação seria tão grande ornamento para o império. Ninguém mais en¬tão pôde duvidar de seus sentimentos; Alexandre, Cerealis e Fronto foram da mes¬ma opinião; dissolveu-se o conselho e o príncipe ordenou que se desse descanso às tropas, para pô-las em condições de dar um assalto mais forte ainda, quando fosse necessário. Ordenou em seguida a algumas coortes que apagassem o fogo e fizes¬sem uma estrada, pelo meio das ruínas. Os judeus, cansados e esgotados por tan¬tas fadigas, nada mais empreenderam naquele dia.” (Ibid 463)

Tito resolveu atacar o Templo no dia dez de agosto. Josefo vê naquela decisão, não um ato isolado de Tito, mas verdadeiramente a vontade de Deus a ditar o destino daquele povo: “e assim estava-se na véspera desse dia fatal, em que Deus tinha, há tanto tempo, condenado aquele lugar santo a ser incendiado e destruído depois de uma longa série de anos, como ele tinha outrora, no mesmo dia, sido destruído por Nabucodonosor, rei de Babilônia. Mas não foram estrangeiros, foram os mesmos judeus a causa única de tão funesto incêndio. Um soldado, então, sem para isso ter recebido ordem alguma, e sem temer cometer um horrível sacrilégio, mas, como levado por inspiração divina, fez-se levantar por um companheiro e atirou pela janela de ouro um pedaço de madeira aceso no lugar pelo qual se ia aos edifícios, ao redor do Templo do lado do norte. O fogo ateou-se imediatamente; em tão grande desgraça, os judeus lançavam gritos espantosos. Corriam procurando apagá-lo e nada mais os obri¬gava a poupar suas vidas, quando viam desaparecer diante de seus olhos aquele Templo que os levava a poupá-las pelo desejo de conservá-lo.” (Ibid 466 – 467)

Quando soube do ocorrido, Tito tentou apagar o fogo. “Todos os chefes seguiram-no e as legiões depois dele, com grande confusão e tumulto, clamores tais, que se pode imaginar, quando em tal contingência um grande exército marcha, sem ordem e sem disciplina. Tito gritava com todas as forças, fazia sinais com a mão para obrigar os seus a apagar o fogo, mas tão grande barulho impedia que ele fosse ouvido; o ardor e a cólera de que os soldados esta¬vam cheios, naquela guerra, não lhes permitia notar os sinais que lhe fazia. Assim, aquelas legiões que entravam em massa, não podiam em sua impetuosidade ser contidas nem por suas ordens, nem por suas ameaças; o furor as conduzia; elas apertavam-se de tal modo que muitos caíam e eram pisados, outros, caindo sobre as ruínas do pórtico e das galerias, ainda acesas e fumegantes, não eram, embora vencedores, menos infelizes que os vencidos. Quando todos aqueles soldados che¬garam ao Templo fingiram não entender as ordens que o imperador lhes dava. Os que estavam atrás exortavam os mais adiantados a pôr fogo e não restava então aos revoltosos nem uma esperança de poderem impedi-lo.

De qualquer lado que se lançassem os olhos, só se viam fuga e mortan¬dade. Matou-se um grande número de pessoas do baixo povo, gente desarmada e incapaz de se defender. Em volta do altar havia montes de cadáveres, que eram atirados, depois de assassinados, àquele lugar santo, o qual não era destinado a sacrificar tais vítimas; rios de sangue corriam por todos os degraus.

Tito, vendo que lhe era impossível deter o furor dos soldados e o fogo começava a incendiar tudo em toda parte, entrou com os seus principais chefes no Santuário e achou, depois de tê-lo observado, que sua magnificência e rique¬za sobrepujavam ainda de muito o que a fama havia espalhado entre as nações estrangeiras e que tudo o que os judeus diziam a esse respeito, ainda que pare¬cesse incrível, nada acrescentava à verdade.

Quando viu que o fogo não tinha ainda chegado ali, mas consumia então so¬mente o que estava nas vizinhanças do Templo, julgou, como era verdade, que ainda poderia ser conservado; rogou, ele mesmo, aos soldados que apagassem o fogo e mandou um oficial de nome Liberal, um de seus guardas, que desse mesmo pauladas, nos que se recusassem a obedecer. Mas nem o temor do castigo nem o respeito pelo general puderam impedir-lhes o efeito do furor, da cólera e do ódio pelos judeus; alguns mesmos eram impelidos pela esperança de encontrar aqueles lugares santos cheios de riquezas, porque viam que as portas estavam recobertas de lâminas de ouro e quando Tito avançava para impedir o incêndio, um dos soldados que havia entrado, já tinha posto fogo na porta. Dentro acendeu-se então uma grande labareda que obrigou Tito e os que o acompanhavam a se retirar sem que nenhum dos que estavam fora procurasse apagá-la. Assim, esse santo e soberbo Templo foi incendiado, não obstante todos os esforços de Tito para impedi-lo.” (Ibid 468-469)

Josefo afirma que o Templo foi incendiado “no mesmo mês e no mesmo dia em que os babilônios outrora o haviam também incendiado. Esse segundo incêndio aconteceu no segundo ano do reinado de Vespasiano, mil cento e trinta anos, sete meses e quinze dias depois que o rei Salomão o havia construído pela primeira vez; seiscentos e trinta e nove anos, quarenta e cinco dias depois que Zorobabel o tinha feito restaurar, no segundo ano do reinado de Ciro.

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A Guerra dos Judeus contra os Romanos – Parte 9 – Ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias!

Paralelo ao que acontecia no Templo, a fome grassava na cidade. Josefo conta a estória de uma mulher que quis o destino estivesse presa na cidade naqueles dias. Era rica e fugindo da guerra que chegara à sua aldeia veio refugiar-se em Jerusalém. Viveu ali dias tão amargurados que ao fim de longo sofrimento matou seu filho recém nascido para dele se alimentar. Vejamos como o autor descreve este episódio: “… matou o filho, cozeu-o, comeu uma parte e escondeu a outra.

Aqueles ímpios, que só viviam de rapina, entraram em seguida naquela casa; tendo sentido o cheiro daquela iguaria inominável, ameaçaram matá-la, se ela não lhes mostrasse o que tinha preparado para comer. Ela respondeu que ainda lhe restava um pedaço da iguaria e mostrou-lhes restantes do corpo do próprio filho. Ainda que tivessem um coração de bronze, tal espetáculo causou-lhes tanto horror, que eles pareciam fora de si. Ela, porém, na exaltação que lhe causava o furor, disse-lhes, com o rosto convulsionado: “Sim, é meu próprio filho que vedes, e fui eu mesma que o matei. Podeis comê-lo, também, pois eu já comi. Sois talvez menos corajosos que uma mulher e tendes mais compaixão que uma mãe? Se vossa piedade não vos permite aceitar essa vítima, que vos ofereço, eu mesma acabarei de comê-lo”.

Aqueles homens que até então não haviam sabido o que era a compaixão, retiraram-se trêmulos, e por maior que fosse a sua avidez em procurar alimento, deixaram o restante daquela detestável iguaria à infeliz mãe.

A notícia de fato tão funesto espalhou-se incontinenti por toda a cidade. O horror que todos sentiram foi o mesmo, como se cada qual tivesse cometido aquele horrível crime; os mais torturados pela fome só desejavam morrer, quanto antes, e julgavam felizes os que já haviam morrido, antes de ter tido ciência deste fato ou ouvido narrar coisa tão execrável.

Os romanos também logo souberam de tudo, isto é, da criança sacrificada por sua própria mãe, para que ela pudesse continuar a viver. Uns não podiam crer no que se dizia; outros sentiam imensa compaixão, mas a maior parte viu acender-se ainda mais o ódio que já sentiam contra os judeus.

Tito, para se justificar diante de Deus a esse respeito, protestou em voz alta que ele tinha oferecido aos judeus uma anistia geral de todo o passado e visto que eles tinham preferido a revolta à obediência, a guerra à paz, a carestia à abundância e tinham sido os primeiros a incendiar com suas próprias mãos o Templo, que ele tinha se esforçado por conservar, mereciam ser obrigados a se alimentar de tão execrável iguaria.

No entanto, ele sepultaria aquele horrível crime sob as ruínas da sua capital, a fim de que o sol, fazendo a volta ao mundo, não fosse obrigado a esconder seus raios, pelo horror, de iluminar uma cidade onde as mães se nutriam de carne dos próprios filhos, onde os pais não eram menos culpados que elas, pois tão estranhas misérias não os podiam decidir a abandonar as armas. Estas as palavras do grande príncipe, porque, considerando até que excesso ia a raiva daqueles revoltosos, ele não achava, que depois de ter sofrido tantos males, dos quais apenas o temor deveria trazê-los ao cumprimento do dever, nada poderia jamais fazê-los mudar.” (Ibid 459)

Nos mínimos detalhes esta estória nos lembra as palavras de Jesus em Mateus 24 : 19: “Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias!”

Como a realidade das palavras do Senhor poderiam ser mais amargas e reais que isto? Quem, naqueles dias de Jesus poderia crer que Jerusalém chegaria a este ponto?

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