A agenda de ódio que esfriará o amor em quase todos

A Bíblia é a única regra de fé do cristão. É a Palavra escrita de Deus, de maneira que só ela revela sua natureza e seu propósito para a humanidade na pessoa do Filho. Jesus disse a Tomé que são abençoados os que não o viram e creram, de maneira que nós, os que não o vimos e cremos, somos estes tais. E porque cremos, dependendo do quanto cremos, entendemos o futuro segundo aquilo que nos assegura a Palavra, e de tal maneira, que pouco nos importa o que dizem os jornais e os noticiários de TV, porque a notícia real não é a que está no jornal, mas na Bíblia.

Por consequência de nossa crença na Palavra, o futuro, particularmente o das gerações vivas no tempo presente, deve ser estruturado com base naquilo que entendemos acerca das profecias bíblicas, e por ser assim, pensamos e agimos em conformidade com a revelação que acreditamos ter sobre o que virá a seguir.

Considerando a drástica mudança de rumos que tomou o mundo nestes últimos quinze ou vinte anos, podemos estar seguros de que o fim está muitíssimo próximo.

Mas, mesmo crendo nisto, quando olhamos para o céu tentando imaginar como será a mesma vista quando as coisas previstas começarem a acontecer, a realidade se sobrepõe à profecia, de maneira que baixa-se a cortina do sonho e o que se vê é a realidade de sempre. É difícil sonhar acordado. Foi isto que Jesus disse quando comparou o tempo de sua volta aos dias de Noé e aos dias de Ló, quando todos estavam fazendo o que sempre faziam e veio o que veio.

É, portanto, necessário insistir em ver o que virá, e trabalhar para consubstanciar a visão bíblica, e de tal forma, e com tamanha insistência que possamos olhar hoje para cima e ver estampada no céu a mesma realidade estampada nas palavras dos profetas, porque esta é que é a realidade, e não a que vivemos.

Tendo isto em mente, é impossível imaginar dias melhores no futuro, ou antes, ao contrário, é preciso enchergá-los dentro da realidade bíblica: serão piores.

É certo que vivemos a plenitude das dores do parto preditas por Jesus: fome, guerras e terremotos pelos quatro cantos da terra; a perseguição aos crentes que já começou e vai acirrar nos próximos anos, e de tal maneira, que chegará ao ponto de sermos mortos por causa do Evangelho. Foi o que Jesus disse e complementou que o pecado se multiplicará a ponto de esfriar o amor em quase todos.

Jesus conlui a descrição do que nos espera afirmando que o Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, então virá o fim, cabendo comentar que a referência ao Evangelho do Reino não é a pregação do Evangelho clássico da graça de Deus oferecida ao pecador, mas a pregação da volta do Rei dos reis. Todo mundo terá ouvido que Jesus está voltando. E desdenharão e nos odiarão mais por isto, porque a volta de Cristo faz lembrar a todos de que o juízo de Deus está próximo.

A perseguição, que já começou, vem também na forma de muitas leis trabalhadas pelo sistema em todo o mundo, que visam unificar uma legalidade absurda, cujas principais finalidades são criminalizar atitudes sociais comuns e gerar ódio entre as pessoas.

Faz lembrar a estória que conta que o diabo desamarrou um burro que estava numa propriedade e que uma vez em liberdade foi ao quintal do vizinho e comeu todas as verduras e legumes que estavam a ponto de serem colhidas. Quando o vizinho chega em casa e vê o animal pastando em sua horta, pega a espingarda e mata o burro.

Depois chega o dono do burro e vê o animal morto. Pega também uma espingarda e mata o vizinho, e assim a coisa vai, de maneira que chega o filho do falecido e mata o que matou o pai, que é morto pelo filho do último falecido, de maneira que quando a coisa acaba há dez mortos de cada lado da cerca. E o diabo tem culpa? Ele apenas soltou o burro, nada mais.

Estas leis são o burro solto pelo diabo, leis de proteção de minorias, como homossexuais, que a princípio parecem justas, porque garantem os direitos sociais da união de pessoas do mesmo sexo. Mas não tardou a virem os que querem casar na igreja de véu e grinalda, beijar na boca em público, coisa que a sociedade não tolera, e começa a matança. Triunfa o ódio e as pessoas dedicam uma energia enorme e tempo sem fim alimentando a própria serpente que um dia lhes morderá a mão. Note que antes destas leis não havia violência contra gays, e por causa delas, skin heads e outros subprodutos da humanidade passaram a hostiliza-los sistematicamente.

A mesma coisa acontece com as leis raciais, que são igualmente justas, mas longe de trazer justiça apenas fomentam o ódio. O racismo, que é uma vergonha para todos, ao invés de ser sepultado, foi requentado e trazido de volta ao palco da vida unicamente com o propósito de estimular o ódio.

Lembro uma pergunta que fizeram certa vez ao Pelé sobre discriminação racial. Ele disse que não se sentia discriminado por ser negro porque ele é rico, o que é verdade, porque tanto brancos como negros de certa classe social discriminam a pobreza muito antes de considerar a cor da pele do indivíduo. Brancos tratam seus empregados brancos como escravos, e negros, da mesma forma, tratam seus empregados negros como escravos simplesmente por serem pobres e não negros ou brancos, ou em outras palavras, porque têm poder para fazer isto. Veja o neo-colonialismo sul-africano do pós aparteid, que para além de piorar a vida das populações negras persegue e mata brancos, um suposto direito que dizem ter porque no passado os brancos fizeram o mesmo.

Outra das formas mais hostis de violência que se manifesta no presente é a carestia dos preços, e ela acontece a olhos vistos. Entre as muitas causas que podem encarecer um preço destaca-se a cobiça, dona de todas as razões quando se trata de remarcar. É o que está escrito no terceiro selo do Apocalipse.

É tudo tão ridículo que é mesmo a piada do burro, onde ativistas, malafaias e felicianos da vida lançam lenha na fogueira aplaudidos por uma incontável multidão de párias religiosos.

Porque o ódio vai esfriar o amor em quase todos, é preciso constantemente censurar em nossas consciências aquilo que o estimula, porque esta coisa de odiar funciona pra valer. De repente, do nada, estamos nós mesmos envolvidos nesta agenda dando opiniões inoportunas e contrárias ao Evangelho sobre todos os assuntos que a mídia pauta sobre estas questões.

E tudo isto vai acontecendo como uma cortina que visa unicamente esconder o que de fato está acontecendo nos bastidores da política global, ou seja, o estabelecimento de uma nova ordem mundial, um governo totalitário que em breve virá como solução dos graves problemas econômicos e sociais que enfrentam todas as nações.

A primeira etapa deste jogo, não tenha esperança, será vencida pelo mal. Mas a etapa seguinte, a decisiva, será vencida por Cristo, de maneira que não perca tempo com o que não interessa, com o que é aparência, e prepare-se para o que vem por aí, porque o soldado que se prepara durante o tempo da paz sangra menos no tempo da guerra.

O cenário internacional é enigmático. Longe de ser o que aparenta, uma guerra entre superpotências, onde de um lado China e Rússia se opõem aos EUA na luta pela hegemonia global, pode ser exatamente o contrário, porque parece que os três trabalham juntos para derrubar um inimigo comum, para aí sim, estabelecer uma nova ordem política no mundo. Quem viver verá.

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Já começou o apocalipse?

Considere por um momento a escalada de violência que vivemos atualmente. São guerras, fome, doenças, perseguição religiosa, deslocamento em massa de milhões de pessoas, atentados terroristas, injustiça social, transformação de degenerados em celebridades, etc.

Vendo este espetáculo de horrores, onde o homem criado à imagem e semelhança de Deus foi rebaixado à condição de subespécie do gênero humano, não há como chegar a outra conclusão senão que vivemos o fim de um ciclo histórico como tantos outros no passado, onde a decadência social pôs fim a várias eras igualmente decadentes. O que difere este dos ciclos anteriores é o fato que este é provocado, e é provocado porque justamente objetiva por fim à sociedade em que vivemos. Na cabeça dos responsáveis pelo que vemos acontecer no presente, a população do mundo deve ser reduzida para 1 bilhão de pessoas.

Sempre existiram degenerados em todas as épocas da história humana, mas quando a sociedade deixa de combate-los, ou mais precisamente, consente com a sua existência, o mal se multiplica e as coisas saem de controle. O momento que vivemos demanda uma atitude, se a sociedade não a toma, ela virá  da parte de Deus.

Não pode haver dúvida. Vivemos no tempo preconizado pelos quatro cavaleiros do apocalipse, que em termos práticos, começou há muito tempo.

Em conjunto, estes cavaleiros revelam a história da chegada de uma primeira onda de violência que se fará sentir sobre o todo o mundo. Esta onda trará para perto da maioria das pessoas aquilo que já acontece esporadicamente aqui e ali, guerras e mortandade, coisas que a maioria só vê pelo noticiário, mas que agora acontecerão no quintal de suas casas, ou ao vivo pela TV, se estiverem distantes da linha de conflito. Esta onda retrata um mundo envolvido num ciclo de guerras em que irá perecer a quarta parte da população da terra, ou seja, nos números de hoje, morrerão quase dois bilhões de pessoas.

Quando observados os quatro cavaleiros individualmente, nota-se que um é consequência do outro, e os três últimos, consequência do primeiro.

O primeiro cavaleiro (Ap 6:2) representa o último império a emergir na terra antes da volta do Senhor. O esforço para estabelecer este império revela os três outros cavaleiros, a saber, a guerra  (Ap 6:4); a fome  (Ap 6:5); e a morte (Ap 6:8), a quem foi dado poder “para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra.”.

Sem considerar no momento quem é quem, a pergunta que devemos repetir até cair a ficha é esta: Já começou o apocalipse? A resposta é afirmativa. Estamos vivendo a sequência dos eventos descritos por Jesus como as dores do parto, onde conforme se aproxima o dia do Senhor, tudo só faz piorar.

Mas quem assistir o Jornal Nacional desta noite, ou mesmo os noticiários da Fox News, ou CNN, ou qualquer outro destes gigantes da comunicação vai ter uma percepção diferente, tão diferente que lhes parecerá que o mundo até melhorou de ontem para hoje.

A pauta dos jornais não é feita por jornalistas, e sim pelos donos destes complexos de informação, o que por si só já é razão suficiente para que você pesquise um meio seguro de estar informado, sobretudo no Brasil e demais países em desenvolvimento, o que não vai acontecer se continuar assistindo ou lendo gente compromissada com a mentira. Há muito dinheiro envolvido em tudo isto. No caso específico do Brasil a coisa é triste, porque sendo um país que não é levado em conta no contexto internacional,  cuja opinião não interessa, o noticiário das TVs beira a insanidade.

No mundo real há uma escalada de violência em todos os cantos: Iraque, Síria, Líbia, Somália, Iémen, Nigéria, Afeganistão, Sudão do Sul, Sudão, Paquistão, República Centro Africana, República Democrática do Congo, Ucrânia, Filipinas, Mali, Tailândia, Bangladesh, Birmânia-Mianmar, Egito, Argélia, Angola, Burundi, Chade, Camarões, Eritreia, Etiópia, Quênia, Mauritânia, Ruanda, Senegal, Tunísia, Uganda, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Quirguizistão, Nepal, Siri Lanka, Tajiquistão, Uzbequistão, Arábia Saudita, Líbano, Israel, Colômbia, entre mais alguns.

Inclua-se no grupo dezenas de casos como o do Rio de Janeiro, que por sua vez vive a mesma realidade da Cidade do México e de tantas outras envolvidas na guerra contra o narcotráfico.

Já vivemos sim em pleno apocalipse. Nos próximos meses e anos as coisas piorarão consideravelmente. Virá a guerra e depois disto virá o tempo de paz profetizado pelo Apóstolo Paulo: “Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.” (I Tessalonicenses 5:3)

Tudo o que acontecer antes desta paz predita por Paulo terá sido causado pelo homem. Depois disto virá a Grande Tribulação, onde nada, absolutamente nada será causado pelo homem, mas pela manifestação da ira de Deus sobre este mundo pecaminoso.

A ira de Deus virá não só por causa da violência, mas principalmente pela decadência generalizada na vida das pessoas.

É admirável que muitos vejam toda esta imundície que açambarcou o mundo como coisa natural. Não é natural que pessoas morram de fome; nem que milhões não tenham acesso à água potável. Não é natural o terror que espalha bombas onde há concentração de gente, muito menos que uma pessoa gaste toda sua aposentadoria em medicamentos. Não é natural o que está sendo feito contra as crianças, sensualiza-las, dar a elas um suposto direito sobre sua identidade sexual; Não é natural o casamento entre pessoas do mesmo sexo; Não é natural a ganância que motiva a corrupção de políticos e empresários na escala que se vê.

A simples concordância de quem acha normal qualquer destas coisas, que seja a mínima delas, os faz réus no mesmo tribunal que julgará toda esta escória, este subproduto da raça humana. É o que Paulo ensina na Carta aos Romanos: que são dignos de morte não só os que tais coisas praticam, mas também os que consentem que sejam feitas.

Todo este caos que se espalha literalmente por todos os cantos do mundo é proposital, e visa unicamente acobertar a chegada de uma Nova Ordem Mundial. Ninguém ficará fora disto. Serão todos, absolutamente todos, afetados pela consequência do que virá.

Jesus disse uma coisa muito pesada a respeito desta gente: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem.” (Mateus 18:7)

Lute para ficar fora disto e não se iluda que sua neutralidade te inocenta de qualquer coisa.

Começou sim o Apocalipse, a há apenas duas opções para todos: ou se arrepender dos pecados e tornar para Cristo, ou aproveitar a vida, conforme sugere o Apóstolo João:

“Quem está sujo, suje-se ainda.” (Apocalipse 22:11)

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Apocalipse 12 – A mulher, o Dragão e Menino – a questão do arrebatamento

“E VIU-SE um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.” (Ap 12:1-2)

Para a maioria dos expositores bíblicos a narrativa de Apocalipse 12 não trata do futuro, mas sim de uma recapitulação de coisas acontecidas no passado, particularmente relacionadas ao nascimento de Jesus. A mulher ali retratada seria Maria, segundo estes intérpretes, representando figurativamente a própria igreja. A finalidade do capítulo seria, portanto, possibilitar que os leitores notassem claramente a relação entre a profecia e a providência divina que se cumpre inequivocamente nas escrituras. Em resumo, trataria de dar segurança e esperança aos crentes perante o cenário que se avizinha.

Mas de concreto apenas uma coisa pode ser concluída a respeito de Ap 12: o capítulo não trata do passado, mas do futuro. É descabido relacioná-lo ao passado quando o sentido é explicar o momento em que Satanás é expulso das regiões celestiais para a terra, fato que dará início à grande tribulação. De que maneira o que se vê nesta passagem se encaixaria naquilo que conhecemos sobre o nascimento de Jesus?

A interpretação aqui apresentada sobre Apocalipse 12 é baseada não exclusivamente, mas, principalmente, nas conclusões do irmão Stephen Kaung, em particular a intitulada “The Man Child” (o menino varão), disponível em inglês no YouTube. Kaung, ainda vivo, foi discípulo de Watchman Nee.

the man child cópia

Clique para assistir com legenda em português – The Man Child

Quando assisti pela primeira vez confesso que fiquei bastante desapontado. Muito difícil digerir. Gostava muito de suas pregações, mas depois desta deixei de assisti-lo. Deixei de assisti-lo mas não de pensar no assunto, de maneira que fui aos textos bíblicos, e voltei ao Youtube várias vezes, e cada vez fiquei mais convencido de que ele tem razão. Achei necessário fazer este prefácio, porque a interpretação do Irmão Kaung contraria as crenças gerais sobre o assunto.
Vestida do sol significa que a mulher está coberta da glória de Deus; A lua abaixo de seus pés representa a Lei de Moisés, porque as festividades religiosas eram precisamente marcadas pelas estações lunares; A coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça representa as doze tribos de Israel (Gn 37), e por consequência, todo o povo de Deus. É uma figura da igreja dos últimos tempos.

“E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.” (Ap 12:3-4)

Sendo a mulher uma representação da igreja, estranhamente se nota que Satanás não tem qualquer interesse nela, mas sim no filho que está por nascer. Mas por qual razão não se interessaria em termos concretos pela igreja? Simplesmente porque neste final dos tempos, nosso presente, a igreja tornou-se absolutamente imprestável e não oferece a ele qualquer motivo de preocupação. Em outras palavras, em nada se opõe a seus planos.

“E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.” (Ap 12:7-9)

O mesmo não acontece com relação ao menino, porque conforme se constata, depois de seu arrebatamento, Satanás é expulso das regiões celestiais (Efésios 6:12) e lançado para a terra. Sabe, portanto, que ao nascer o menino, seu fim está próximo.

Um fato que contraria a ideia de que a criança represente Jesus está no próprio desenvolvimento do capítulo que mostra que o menino é uma pessoa coletiva, e não singular, conforme declara o verso 11: “ E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.”

Jesus falou duas vezes sobre arrebatamento no Sermão Profético. Na mais extensa das referências sobre este tema, Mateus 24, Jesus descreve assim sua vinda e consequente arrebatamento da igreja: “E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.” (Mateus 24:29-31)

Mais a frente, nos versos 36 a 41 do mesmo capítulo Jesus acrescenta: “Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem. Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro; Estando duas moendo no moinho, será levada uma, e deixada outra.” (Mt 24:36-41)

Trata-se do mesmo assunto? Falam do mesmo arrebatamento?

No primeiro contexto Jesus enfatiza que já é passada a tribulação e adverte que as potências dos céus serão abaladas, para só então mencionar o arrebatamento. Já no segundo contexto Jesus nos diz que este se dará em dias semelhantes aos de Noé, onde as pessoas são surpreendidas com um fato inesperado. A sugestão dos dias de Noé nos obriga a pensar numa realidade em que tudo vai bem, em que todos levam suas vidas como sempre levaram.

Há então uma dificuldade a ser acomodada, porque dificilmente depois da tribulação, porque é Jesus quem afirma que voltará depois, e não antes, e conforme o Apocalipse, depois de acontecerem coisas como chover saraiva e fogo misturado com sangue; depois de destruída a terça parte das árvores e ervas verdes; depois de morta a terça parte dos homens pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, a pergunta que devemos fazer é esta: Em que isto se parece com os dias de Noé? Por suposto em nada, porque vivendo num cenário destes ninguém estaria despreocupado.

O menino de Apocalipse 12 representaria, portanto, um pequeno contingente da igreja que será arrebatado antes da tribulação. Refere-se aos dois que estão no campo, onde será levado um e deixado o outro; às duas moendo, onde será levada uma, e deixada a outra.” (Mt 24:40-41)

Na aparência as duas ou os dois são idênticos, mas possuem almas bastante diferentes. Ambos são parte da igreja, mas enquanto um é fiel, o outro nem tanto.

Estes dois representam a igreja no início da parousia de Cristo, onde parousia não significa apenas o momento da vinda do Senhor, mas o evento.

Na antiguidade, ou seja, nos dias em que o texto foi escrito, parousia representava principalmente a visita do imperador a uma determinada localidade. Podia durar meses, de maneira que em certas ocasiões até moedas eram cunhadas para marcar o evento. Chegando o imperador havia festividades, audiências públicas e privadas, nomeações, demissões, providências administrativas, de maneira que a parousia se estendia da chegada até a partida do rei. A mesma coisa se aplica à parousia de Jesus, onde o arrebatamento de um e o abandono do outro marca o início deste tempo.

Sendo doze o número completo da igreja, enquanto estes dois ou duas representam a igreja viva, as dez virgens de Mateus 25 representam os crentes que partiram antes da volta de Cristo. Cinco são prudentes e cinco nem tanto. As prudentes são o correspondente daquele que estava trabalhando no campo e foi levado, tal qual nos dias de Noé. As palavras de Jesus sugerem dois arrebatamentos: um antes da tribulação e outro depois.

Quem são estes que vão antes? São os vencedores apontados nas cartas às sete igrejas. Quem são os que vão depois da tribulação? São aqueles que permanecerão fiéis a Cristo durante a tribulação. A bem da verdade a frase precisa ser refeita: São aqueles que durante a tribulação se tornarão verdadeiramente fiéis a Cristo, porque antes não eram. Porque não eram fiéis, ficaram.

O arrebatamento deste contingente, com o menino representado por esta coletividade é o fator que determina o início da Grande Tribulação.

Do ponto de vista bíblico, seja qual for o ponto de vista de cada um, é, portanto, indispensável que seja alocado na sequência de eventos que ocorrem antes da tribulação, caso contrário a interpretação do capítulo será feita pela metade, conforme é de fato feito pela maioria, que pega do texto o que interessa para sua concepção sobre o assunto e deixa o resto sem comentar.

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Um anticristo gay vai levar o mundo à destruição

O recente “quase-desfecho” da guerra da Síria traz em si um enredo de cinema, daqueles em que se invertem os papéis e a plateia inteligente conclui que afinal o bandido era o mocinho e o mocinho o bandido. A outra plateia nunca percebe.

Ao fim de três anos de conflito ficou claro que os Estados Unidos financiaram e continuam financiando grupos terroristas para atingir seus propósitos econômicos: Al-Qaeda, Al-Nusra, Estado Islâmico e as centenas de franquias terroristas que se espalham pelo mundo, notadamente no oriente médio e África, foram concebidas, armadas e financiadas pela América e seus satélites capachos, particularmente Inglaterra e França, os dois que não abrem mão da ribalta, ainda que na condição de lambe-botas.

No caso específico da Síria, os russos entraram em cena, derrotaram os grupos terroristas que fazem oposição a Assad, e saíram, devolvendo assim o país aos seus legítimos donos, demonstrando clara e propositadamente o contrário da prática da política externa norte-americana, que em supostas investidas democráticas, entram em países que dizem querer libertar das mãos de governantes opressores, mas dali não saem nunca mais.

Uma entrevista do General americano Wesley Clark à jornalista Amy Goodman lança luzes na história recente, não só destes conflitos, como também explica a real situação econômica do mundo. O homem não é pouca coisa: general de quatro estrelas, foi comandante da OTAM durante a guerra do Kosovo, e postulante a candidato à presidência dos Estados Unidos em 2004 pelo Partido Democrata.

Conforme a entrevista (que está disponível no YouTube), o general Clark informa que esteve no Pentágono por volta de 20 de setembro de 2001, dez dias depois do atendado às torres gêmeas em Nova Iorque. Um de seus antigos colaboradores o chamou em particular e revelou que na altura a administração Bush-Cheney já havia decidido ir à guerra contra o Iraque. Admirado ele perguntou por qual razão, ao que seu antigo comandado respondeu que não sabia.

Passam-se  algumas semanas e ao retornar ao Pentágono procura o colega e indaga se os planos de invadir o Iraque permaneciam. Pior, disse o amigo: o governo decidiu invadir sete países nos cinco próximos anos: Iraque, Síria, Líbia, Líbano, Sudão, Somália, e Irã.

Visto do presente, a coisa não só não funcionou de acordo com o plano ambicioso, como também os EUA não desistiram de seu propósito inicial.

Como se constata, os três primeiros países foram de fato invadidos, e há desde 2017 indícios de tentativa de ocupação americana da Somália. Houve também em 2017 uma tentativa de golpe branco no Líbano, cuja desestabilização ficou a cargo dos sauditas, também envolvidos numa guerra sangrenta no Yemem.

O fato é que a entrada dos russos na guerra da Síria, atendendo o pedido de ajuda do presidente Bashar Al Assad, não só complicou a situação, como impos uma derrota vexatória aos americanos e seus grupos terroristas.

Hoje, 2018, não é ainda possível afirmar que a Síria voltou a pertencer aos sírios, porque os Estados Unidos e seus aliados não desistiram de derrubar Assad. Veja que a França, nas palavras do presidente Emmanuel Macron, afirmou que a se confirmar o suposto uso de armas químicas contra civis, justificaria um ataque da França ao território sírio. A Síria não possui armas químicas, assim como Sadam Hussein não tinha armas de destruição em massa.

Este tabuleiro de xadrez em que se joga desde 2001 parecia apontar para uma explicação simples: a América e aliados pretendiam controlar as principais fontes produtoras de petróleo neste curto espaço de tempo, questão de domínio energético. Mas hoje, à luz de informações mais precisas sobre a economia global pode-se chegar a uma conclusão mais precisa. Trata-se de salvar o petrodólar: Controlar os países exportadores de petróleo garante a sobrevida do dólar.

A economia americana está falida e sua moeda já não é uma referência confiável para lastrear os mercados internacionais.

As reservas mundiais de dólar se agrupam em três grandes blocos: 1 – A cota de dólares no SDR do Fundo Monetário Internacional, quer seja, perto de 40% das reservas cambiais do FMI; 2 – As reservas cambiais que todos os países importadores de petróleo necessitam manter para pagar suas importações de petróleo (são estes os petrodólares); 3 – As emissões do próprio tesouro americano.

Há que se considerar também as reservas clandestinas mantidas em espécie pelo narcotráfico, pelas agências de inteligência de diversos países, pelo crime organizado, e pela evasão de divisas depositadas clandestinamente em paraísos fiscais por empresas e políticos corruptos.

Um caso recente investigado pelo congresso americano procurava esclarecer o desaparecimento de 9 trilhões de dólares impressos pelo FED, o banco central americano, sem que ninguém tivesse a menor ideia de onde foi parar esta fábula de dinheiro. O montante equivale a mais de três anos de PIB do Brasil, a oitava economia do mundo. Imprimiram e ninguém sabe onde foi parar.

Oficialmente a dívida americana está calculada em torno de 20 trilhões de dólares, o que nem de perto retrata a verdade. Ninguém sabe ao certo quanto de dólar existe hoje no mundo, mas supõem alguns economistas que com este dinheiro seria possível comprar todos os bens do planeta e sobraria ainda o suficiente para se comprar mais dois planetas iguais ao nosso.

Dólar é dinheiro falso, porque não é lastreado em nada. Em 1944, quase ao final da segunda guerra, o acordo de Bretton Woods impos o dólar como moeda universal. Na altura as emissões de dólar eram lastreadas por ouro. O Federal Reserve emitia papel-moeda equivalente às reservas de ouro depositadas no Fort Knox.

Com as aventuras militares dos EUA na Coreia, nos anos 50, e posteriormente no Vietnam, as emissões de dólares saíram do controle. Tendo a impressora em casa, passaram a imprimir o necessário para custear seus gastos militares sem qualquer controle.

Pela regra de Bretton Woods, se um país tivesse excedente de dólares na sua balança comercial poderia ir ao Fort Knox e resgatar o equivalente em ouro, o que a França, Itália e outros países europeus passaram a fazer. Não havendo ouro suficiente para recomprar tantos dólares, o presidente Richard Nixon vetou unilateralmente em 1971 este direito e desde então o dólar passou a ser uma moeda fiduciária, ou seja, passou a ter o valor equivalente à confiança do mercado na seriedade da América. Imagine a confiabilidade do dólar hoje, custeando, cinquenta anos depois de tantos abusos, guerras e programas de expansão militar em todos os continentes.

Serguei Lavrov, ministro das relações exteriores da Rússia, numa recente visita à Síria fez um pronunciamento muito interessante: Disse com todas as letras que é o caso dos EUA se darem conta de que o mundo hoje não pertence a um único dono, mas é, sim, um mundo multi-polarizado.

Lavrov é uma das pessoas mais influentes do mundo e evidentemente não se sabe com certeza a qual multipolarização se refere, mas possivelmente identifica minimamente a Rússia, a China, a Alemanha e evidentemente os próprios EUA como as principais potências a influenciar o mundo. Poder-se-ia incluir ao grupo Japão, Inglaterra e França num grau de influência menor, e num futuro breve, por força da realidade econômica, a Índia.

Rússia EUA
China Alemanha
Japão Inglaterra
India França

Agrupando oriente e ocidente, a nova realidade geopolítica sugere um certo equilíbrio, mas talvez seja apenas aparente. Os blocos sobre a influência sino-russa são tanto do ponto de vista econômico, quanto demográfico, mais importantes. Além da Eurásia, China e Rússia lideram os BRICS, que somados ao resto, totalizam 57% da população mundial.

Embora parte desta equação seja especulativa, a verdade é que já vivemos num mundo multipolarizado, muito próximo da realidade exposta em Apocalipse 13, que dá conta do surgimento do último império a se manifestar sobre a terra.

Apocalipse o descreve de forma alegórica como uma besta fera de “sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia”.

Num mundo tão racional e materialista como o que vivemos há que se convir que falar em bestas com chifres confere aparência de ignorância a qualquer afirmação. Pior que isto, ridiculariza qualquer afirmação. Mas desculpem os racionais, porque a realidade não tem nada a ver com o que o homem acha, e tudo a ver com a soberania de Deus na condução da história. É justamente por isto, pela pretensão de querer saber mais que Deus que a maioria será surpreendida com o que está por vir muito em breve.

Veja que o humanismo como corrente de pensamento é algo tão irracional que há pessoas que ainda acham que as coisas irão melhorar.

Já não é privilégio dos mais velhos constatar que há muito tempo as coisas só pioram ano após ano. Evidentemente por serem mais velhos tiveram mais tempo de observar a história recente, mas hoje, mesmo uma pessoa nos seus 30 anos tem informação suficiente para perceber que nada melhora, só faz piorar.

Não é possível afirmar que as potências mundiais descritas anteriormente sejam tal e qual as mencionadas em Ap 13. Podem não ser tal e qual, mas a maioria delas é certamente parte desta nova realidade. O vilão da história não será a Rússia ou a China , mas uma coalizão de forças, conforme descrito no Apocalipse.

Do entendimento entre elas surgirá o anticristo, o patético líder que conduzirá bilhões à sua própria destruição. Não será um russo, nem chines, nem americano, nem alemão, mas um judeu, e conforme sugere o Profeta Daniel, ateu e gay. (Daniel 11: 37)

Um ateu gay vai conduzir o mundo para a destruição.

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Ainda não é o fim – os Falsos Profetas

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos….E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.” (Mateus 24:4-14)

Antes de qualquer coisa, o sinal mais destacado da proximidade da volta de Jesus não são as guerras e terremotos, mas o fato claríssimo que virão enganadores usando seu nome. São falsos profetas, no sentido de que usam o nome de Deus, mas não falam por Deus. Jesus adverte que enganarão a muitos.

O falecido pastor Aníbal Pereira dos Reis costumava dizer que este é o mais importante sinal da volta de Jesus, porque enquanto os demais sinais necessitam de informação imparcial acerca do que acontece no mundo para serem reconhecidos, este necessita tão-somente que se analise o que supostamente fala em nome de Deus pelos frutos que produz.

Trata-se aqui dos que enganam a muitos, como se vê no tempo presente, e de tal maneira que é difícil entender com alguns crentes consigam identificar um Silas Malafaia, por exemplo, como cristão. Em situação igual ou pior que estes se encontram os que chamam de irmãos em Cristo tipos vulgares como Valdomiro Santiago, Marcos Feliciano, Rene Terra Nova, R.R. Soares, o português Jorge Tadeu da Maná, o casal Hernandes, Edir Macedo, Joyce Meyer, Joel Osteen, Benny Hinn, Kennet Copeland, Rick Warren, Creffo Dollar, entre outros encostos que usam o nome de Cristo. Não quero ser injusto com ninguém, então me perdoem os que ficaram de fora, porque a lista é interminável, e é interminável justamente porque é o tempo desta gente.

Me impressiona sobremaneira, não a fragilidade espiritual, mas, desculpem, a imbecilidade dos seguidores destes e de outras figuras igualmente abjetas que orbitam o dito mundo evangélico. Há até admiradores de padres e papas. Pobres seguidores.

Salomão disse uma coisa muito certa no Eclesiastes 1:10: “não há nada de novo no mundo, tudo Já foi nos séculos passados”.

É tão verdade isto, que proponho tomar o livro de Jeremias para explicar quem são estes traidores do Evangelho. É bem verdade que o Profeta não falou exatamente deles em seus escritos, mas também é verdade que ele identifica semelhanças incríveis entre os profetas de Baal daquele tempo e os vendilhões da fé do tempo presente.

Por cerca de 20 anos, entre os 13° ano de Josias até a queda de Jerusalém, Jeremias pregou abertamente os pecados de Judá, não só a idolatria, o principal pecado do povo, mas a depravação dos costumes, porque, era uma sociedade obcecada por sexo, dada a prostituição e ao adultério (Jer 5:7-9), marcada pela ganância (6:13) e insensível à justiça social, igualzinho à nossa.

Mas no tangente à questão da idolatria, que no caso de Judá foi trocar Deus por Baal, no tempo presente trocam Cristo por Mamon, o deus do dinheiro, cuja melhor representação de sucesso são eles próprios, pregadores milionários à custa da estupidez de seus seguidores.

Deles, Jeremias diz o seguinte: “Nos profetas de Samaria bem vi loucura; profetizavam da parte de Baal, e faziam errar o meu povo Israel. Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios, e andam com falsidade, e fortalecem as mãos dos malfeitores, para que não se convertam da sua maldade; eles têm-se tornado para mim como Sodoma, e os seus moradores como Gomorra.” (Jr 23:13-14)

Em Jr 23:16 é Deus quem adverte o povo: “Não deis ouvidos às palavras dos profetas, que entre vós profetizam; fazem-vos desvanecer; falam da visão do seu coração, não da boca do SENHOR.”

Jeremias disse que aqueles costumavam dizer: “sonhei, sonhei” (Jr 23:25), mas estes, muito mais atrevidos dizem “o senhor me revelou tal coisa”, e escarram falsas profecias com a mesma facilidade com que respiram.

Jeremias indaga: “Até quando sucederá isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que só profetizam do engano do seu coração?”

É Deus quem responde a pergunta: “Eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o SENHOR.” (Jr 26:31-32)

Este pessoal é do ramo, porque não sai uma frase da boca de qualquer deles sem que se mencione a palavra dinheiro. O deus deles tem um apetite insaciável por grana. Troca bênçãos por vantagens materiais; Só atende pedidos com pagamento adiantado; Aceita, inclusive, cheque pré-datado.

Sabe o Nietzsche, o pai da filosofia anticristã? Ele definiu numa frase irretocável quem é esta gente: “Onde bebe a canalha as fontes foram contaminadas. Mas quando chamam de sonhos seus pensamentos imundos, conspurcam também as palavras”. Foi mais ou menos isto que ele disse.

A punição de Deus sobre aquela gente veio imediatamente depois da sentença do Profeta? Não, veio somente depois de muito tempo. Mas quando chegou o dia do acerto de contas o castigo foi imensamente pesado.

Há uma coisa interessante na questão do exílio de Judá que não é levada em conta. Nós falamos do exílio como a punição mais pesada que veio sobre o povo, mas na verdade foi a mais leve de todas.

A somatória de todas as pessoas levadas por Nabucodonosor para a Babilônia não chega a 15 mil. Imagine que hoje, por exemplo, um pequeno país como a Namíbia, 2,4 milhões de habitantes, fosse invadido por um inimigo que levasse para o exílio 15 mil pessoas; O que isto significaria na prática? Não significaria nada. Dependendo de quem fosse levado até melhoraria as condições da vida nacional.

Mas o fato é que quando 15 mil judeus foram levados cativos, significa que estes 15 mil eram tudo o que restava que fosse aproveitável como mão-de-obra escrava. A esmagadora maioria dos habitantes de Judá morreu pela fome, ou pela peste, ou pela espada. Não houve sequer quem os enterrasse. Apodreceram no chão em que caíram, e os poucos que foram levados cativos são os que se renderam ao inimigo, conforme se lê em Jr 21:9: “O que ficar nesta cidade há de morrer à espada, ou de fome, ou de pestilência; mas o que sair, e se render aos caldeus, que vos têm cercado, viverá, e terá a sua vida por despojo.”

Isto quer dizer que será este o destino destes enganadores? Claro que não. Será pior que isto, porque foi Jesus quem disse: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!” (Mateus 18:7)

Veja aí se tem alguma chance de você estar entre os enganados. Tomara que não.

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11 de Setembro de 2001

Existem as eras históricas: Pré-história, Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna, e a atual, a Idade Contemporânea.

Na classificação que virá a seguir seria talvez justo chamar o nosso tempo de Idade Tecnológica, afinal, depois da descoberta dos supercondutores nos anos 80, o mundo ingressou numa era de progresso tecnológico nunca antes imaginada. O conhecimento acumulado dobra a cada cinco anos.

Mas será conhecida por Nova Ordem Mundial, ou qualquer coisa do gênero, cujo início não datará da criação dos supercondutores que permitiram a criação de computadores poderosos, mas do 11 de Setembro de 2001. O 11 de Setembro, portanto, não diz respeito ao nosso passado, mas nosso futuro. Não somente da América, mas de todo mundo.

Não sei se você ainda vê o atentado da forma como ele foi vendido? Quatro aviões sequestrados por 19 terroristas muçulmanos liderados por Bin Laden, chefe da Al-Qaeda, dois deles jogados contra as Torres Gêmeas, um no Pentágono, e outro que veio a cair na Pensilvânia, que segundo dizem, tinha a Casa Branca ou o Capitólio como alvo.

Primeiro foram 5 atos terroristas, incluindo a queda do WTC 7 por volta das 17 horas do mesmo dia. Desabou um prédio de 47 andares, anexo às torres, sem que tenha sido atingido por nada. Começou um incêndio leve por volta das 15 horas e às 17 desabou em queda livre. A imprensa mal divulgou o fato.

Segundo, sobre a queda do avião na Pensilvânia, voo 93 da United Airlines, com 7 tripulantes e 33 passageiros, o tal que iria para o capitólio ou para a Casa Branca, sabe-se com certeza o seguinte: não havia nenhum avião no local da queda, e consequentemente não foi encontrado nenhum corpo, nem nada que identificasse destroços de uma aeronave, como turbinas, pedaços de asas, bancos, bagagens, caixa preta, nada. Apenas um buraco no chão.

Terceiro, no caso do Pentágono, supostamente atingido pelo voo 77 da American Airlines, com 6 tripulantes e 53 passageiros, a mesma coisa. Foi atacado sem qualquer reação de defesa o prédio mais seguro do mundo por alguma coisa que não era um avião. Não se achou destroços, caixa preta, corpos, bagagens, nada que lembrasse um acidente aéreo. Ficou apenas um buraco enorme no muro.

Quarto, o voo 11 da American Airlines, com 11 tripulantes e 76 passageiros, atingiu a Torre Norte do WTC às 8:46 horas. Existe apenas uma filmagem do impacto, feita por bombeiros que trabalhavam na redondeza, onde dificilmente se vê com clareza qualquer avião. Parece muito mais um trabalho mal feito de editoração gráfica. De real ali só tem a explosão de alguma coisa.

Quinto, o voo 175 da United Airlines, com 9 tripulantes e 51 passageiros, atingiu a Torre Sul do WTC às 9:03 horas. Há várias filmagens, uma delas, da CNN, que mostra o mergulho aterrorizante de um avião contra o prédio.

Passada a comoção do evento as pessoas começaram a se perguntar sobre várias coisas inexplicáveis ocorridas aquele dia, uma delas que dá conta, segundo uma matéria da BBC de Londres publicada em 23 mês de setembro de 2001, que vários dos supostos terroristas estavam vivos. Também o jornal londrino Guardian publicou em 2002 uma entrevista com o pai de Mohammed Atta, suposto líder do grupo que sequestrou o voo 11 da AA. Seu filho, segundo ele, estava vivo e escondido por medo de ser assassinado.

Um parêntesis: Benazir Bhutto, duas vezes primeira-ministra do Paquistão, foi assassinada em dezembro de 2007 durante uma campanha eleitoral. Dois meses antes de seu assassinato ela havia saído ilesa de um atentado em Carachi, em consequência do qual 139 pessoas morreram. Por conta deste primeiro atentado ela deu uma entrevista à TV (está no Youtube), acusando várias pessoas que participaram desta tentativa frustrada de assassina-la, entre elas, Omar Sheikh, que segundo Benazir, seria o homem que teria assassinado Bin Laden.

Mas Bin Laden só foi dado como morto em 2011, conforme anúncio bombástico do presidente Barack Obama. A verdade é que quando Obama anunciou sua morte ele já estava morto há tempos. Especula-se, conforme matérias da BBC e da própria Fox News, que ele teria morrido em dezembro de 2001, no mesmo ano do atentado. Desta maneira, alguém teria lembrado Obama que seria bom matar oficialmente Bin Laden, até porque na altura ninguém mais aguentava ouvir falar que ele era o responsável por todas as mazelas do mundo.

Mas voltemos à principal questão levantada: Como é possível que torres suportadas por estrutura de aço poderiam desabar em queda livre com duas horas de incêndio? Seriam os três únicos casos da história da construção civil, e todos no mesmo dia. Nenhum prédio construído sobre aço jamais desabou em consequência de um incêndio.

Mas houve a colisão de uma Boing 767, o que não é pouca coisa. Mas as torres foram construídas levando em conta esta possibilidade, porque 25 anos antes de ser construído o WTC, quando o Empire State era erguido em 1945, um avião militar B-25 se chocou contra o prédio na altura do  78º andar por causa de um nevoeiro sobre a cidade. Não aconteceu nada. Retiram os destroços, repararam os danos, a construção continuou, e o prédio está lá até hoje. Os engenheiros do WTC levaram isto em consideração quando projetaram as torres.

Centenas de estudos independentes executados por peritos em engenharia, entre os quais a Associação Americana de Engenheiros e Arquitetos, concluíram que as 3 torres foram implodidas. Foi isto que as trouxe abaixo em queda livre: uma implosão controlada.

Mas como seria possível aos terroristas da Al-Qaeda ingressarem nos prédios e não só isto, como poderiam, de posse das plantas, colocarem os explosivos em lugares absolutamente precisos sem serem notados? Não seria, ainda mais levando em conta que segundo os especialistas seriam necessárias 100 toneladas de nano termite para colocar abaixo as 3 torres.

Vi muitas entrevistas sobre familiares das vítimas que estavam nos aviões, uma delas, sobre um jovem chamado Jeremy Glick que estava no voo 93 da United que supostamente caiu na Pensilvânia. Como já foi dito não encontraram nenhum destroço de nenhum dos aviões. No caso deste voo em particular, por ter caído num local aberto, é fácil reconhecer que havia somente um buraco no chão. Não havia corpos nem nada que lembrasse um acidente aéreo. Mas desapareceram Jeremy, assim como os demais passageiros.

Mas se o avião não caiu, o que aconteceu com ele e com os demais? Vários pesquisadores chegaram à conclusão que todos os quatro voos pousaram e todos os passageiros foram assassinados, alguns depois de forçados a fazer ligações para familiares dizendo que estavam sendo vítimas de um sequestro. Acha absurdo? Fantasioso? Eu também achei quando li. Hoje já não acho.

A história do atentado está cheia de estudos disponíveis na internet, e não é nossa intenção aqui provar o fato dando detalhes de cada coisa que foi descoberta, apenas destacar a conclusão de todos: o atentado teve a participação do próprio governo americano. Gente séria chegou a esta conclusão, e os primeiros a divulga-la foram assassinados, e continuam sendo mortas pessoas, centenas de pessoas. A imprensa oficial se manteve e se mantém calada sobre o assunto.

A mesma gente que assassinou o presidente John Kennedy em 1963 fez o trabalho sujo de 11 de Setembro. Como consequência do atentado, direitos e liberdades civis dentro dos EUA foram suspensas. Revistas humilhantes em todos os aeroportos do mundo foram impostas e sobre o pretexto de segurança nacional a liberdade de expressão foi suprimida nos EUA e na Europa.

Você já percebeu que qualquer ato de insanidade perpetrado por um maluco que atropela pessoas na rua é rotulado de terrorismo? Que tem sempre uma franquia terrorista para reivindicar o atentado? Percebeu que há hoje leis que são universais e que a pretexto de proteger minorias não têm outro efeito senão disseminar o ódio? Percebeu como a ordem natural da vida instituída por Deus foi subvertida de uma hora para a outra? Que onde Deus disse homem e mulher pode ser lido homem e homem ou mulher e mulher? Como as famílias veem sendo destruídas no seu propósito fundamental? Como as crianças têm sido ensinadas que têm o direito de decidir o gênero que terão conforme sua conveniência? Que o salário mensal de um trabalhador no terceiro mundo vale menos que um cartucho de tinta de uma impressora HP?

Leio uma notícia no site Gopspelmais de 2 de Outubro de 2017. Reproduzo um trecho: “Uma lei aprovada recentemente por ampla maioria definiu que pais que não aceitarem a ideologia de gênero perderão a guarda dos filhos. A polêmica lei despertou enorme preocupação em cristãos em geral, que veem na medida uma forma de imposição e abuso de autoridade. A lei foi aprovada na província de Ontário, no Canadá, por 63 votos contra 23, e cria condições para que o Estado intervenha nas famílias contrárias à ideologia de gênero e tomem as crianças que venham apresentar confusão quando à sua identidade em relação ao sexo biológico, se os pais não aceitarem submete-las a um tratamento para mudança de gênero.”

É este o carater do império que assumirá em breve o controle do mundo. É o mesmo que assassinou os trabalhadores das torres em suas mesas num dia ensolarado de outono. Matou propositalmente dezenas de bombeiros que subiam a pé as escadarias dos prédios na intenção de salvar vidas. O que você espera deste monstro quando vier a nos governar? Justiça social? Segurança?

Tudo isto tem a mesma origem, o inferno. O Apocalipse diz que o próprio diabo daria a este império o seu poder. Comprova-se que de fato deu.

Sabe que da minha parte, vez por outra, quando eu leio notícias absurdas que dão conta do grau da degradação moral do homem no tempo presente, da violência, da fome, do terror, eu sempre me incluo na culpabilidade de todas estas coisas. Sabe por que? Porque quando eu volto pra casa, todos os dias, a pergunta que me faço é se eu agi como Jesus teria agido se estivesse no meu lugar. E a resposta é quase sempre não. E se é não, o meu pecado, por menor que tenha sido, se somou aos pecados de bilhões de pessoas naquele dia, alguns pequenos, alguns absolutamente vis, de maneira que não fiz outra coisa senão engrossar o caldo.

Então, meu irmão em Cristo, minha irmã, quando eu e você compactuamos com o pecado, por menor que ele seja, nós compactuamos com o mundo e com o estado de falência moral em que ele se encontra.

Às portas da volta do Senhor vê-se cristãos preocupados se passarão ou não pela tribulação. Outros se Deus vai abençoar suas vidas com bens materiais; outros com coisas igualmente abjetas, de maneira que pouco ou nada se pode esperar da maioria da cristandade.

Lute muito pra ficar fora disto, porque quando chegar o tempo, seremos chamados a mostrar com clareza nosso testemunho em favor do Evangelho, e muitos não o farão.

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Dois grandes eventos em nosso horizonte: a instalação de um governo global e o arrebatamento

Se durante todas as eras se falou da volta de Cristo, há hoje, em vista dos sinais que se manifestam, a impressão geral no meio cristão que não tarda o Senhor.

Não falta nada, absolutamente nada. Todas as profecias necessárias para permitir a volta de Jesus já foram cumpridas, de maneira que nada impede que o fato se consume a qualquer momento.

Há, portanto, dois grandes eventos em nosso horizonte: o arrebatamento dos crentes fiéis a Cristo, e a instalação de um governo global, sob o qual de se desenrolará a grande tribulação. Trata-se do quarto império destacado pelo Profeta Daniel, a besta descrita por João em Apocalipse 13.

De fato, consolida-se diante de nossos olhos este império, que segundo Daniel seria, e é, como podemos constatar, diferente dos que o antecederam.

Veja que se o que nos motiva é o fato, e não somente o desejo de que a volta de Jesus se consume em breve, pode-se afirmar que este império  já existe, e difere dos demais que o antecederam porque não se firma somente no poder militar, mas no poder financeiro. O mundo é hoje dominado não pelas superpotências militares, mas pelo dinheiro, a quem estas superpotências obedecem cegamente. É o poder financeiro quem controla os governos e deles se serve para expandir seus interesses.

Os mais jovens podem analisar a história recente, tendo em vista, por exemplo, os eventos posteriores a 2001, depois da queda das Torres Gêmeas em Nova Iorque, usadas pelos Estados Unidos como pretexto para invadir o Afeganistão, depor Saddam Hussein no Iraque e em seguida Muammar Kadafi na Líbia.

O objetivo destas guerras nunca foi o combate ao terrorismo, mas sim o controle do tráfico da heroína produzida no Afeganistão, e do petróleo iraquiano e líbio.

Já as gerações anteriores se lembrarão de fatos pregressos, como a deposição do ex-primeiro ministro do Irã, Mohammed Mosaddeq, em 1953, por contrariar interesses da Anglo-Iranian Oil Company, a atual BP – British Petroleum; ou de Salvador Allende, presidente do Chile, assassinado em 1973 depois de nacionalizar as riquezas do subsolo chileno, o que contrariou interesses das empresas americanas exploradoras de cobre; ou de Arbenz Guzman, presidente da Guatemala, assassinado em 1954 depois de fazer a reforma agrária que retirou da americana United Fruit Company o monopólio agrícola no país; ou de Jaime Roldós, presidente do Equador, assassinado em 1981 por se opor aos interesses das petrolíferas americanas; ou de Omar Torrijos, presidente do Panamá, também em 1981, impedindo assim que se consolidasse um acordo com os japoneses para a ampliação do Canal do Panamá. Estes fatos estão amplamente detalhados no livro “ Confissões de um Assassino Econômico” de autoria de John Perkins sobre o qual falaremos adiante.

A lista de abusos cometidos por empresas que comandam governos é interminável, e hoje (2017), se lê nos jornais o mesmo emprenho do império para derrubar os governos da Síria, Coreia do Norte e Venezuela, usando as mesmas táticas de sempre, e pior, com o apoio da maioria da maioria das pessoas comuns, porque estas formam seu juízo sobre o acontece no mundo através de jornais e noticiários das grandes emissoras de rádio e TV.

Não seja um destes que toma por verdade o que diz a mídia, porque esta expressa a sua versão do fato, e a versão é sempre condizente com o que o sistema determina. O governo venezuelano, por exemplo, é um governo medíocre, como também é medíocre o governo brasileiro. São farinha do mesmo saco, mas daí a financiar o caos interno como faz a CIA americana na Venezuela  é outra estória.

Não foi Jesus que chamou Satanás de “príncipe deste mundo”? Não foi Satanás quem ofereceu ao Senhor o poder terreno em troca de adoração? Então de que maneira a imprensa como os demais poderes não estariam em suas mãos? A mídia oficial, mídia chapa-branca, está a serviço das trevas, assim como as demais entidades que exercem poder sobre as nossas vidas.

Veja o exemplo do Brasil e de tantos outros países onde a imprensa massacra corruptos, o que é louvável, mas tudo isto não passa de um chamariz para nos deixar alheios e desinformados sobre o que realmente acontece no mundo. Diante da realidade mundial a lava-jato no Brasil, ou a mediocridade do governo venezuelano não passam de um roubo de manga no quintal do vizinho.

Para quem ainda não sabe, o mundo todo faliu. O dólar americano que controla o comércio mundial está falido. Os EUA possuem hoje uma dívida de mais de 20 trilhões de dólares. O mundo, ou seja, os bancos centrais de todos os países devem aproximadamente 250 trilhões de dólares. Imagina o que significa isto?

Veja que as crises causadas por bolhas no mercado financeiro foram crises de empresas, enquanto a atual é uma crise de governos.

Em 2008 tivemos a bolha causada pelo “subprime” americano: Bancos de investimento, agências de rating e seguradoras perpetraram à luz do dia o maior assalto a investidores já visto na história da humanidade. Mentindo a seus investidores, geraram para si  bilhões de lucro e depois se declararam insolventes, de maneira que apelaram para os governos de seus países salvá-las. E claro que salvaram.

Na transição de Bush para Obama os dois governos colocaram nas contas bancárias dos mesmos que geraram a crise cerca de 2 trilhões de dólares, trilhões com T, ou seja, roubaram uma montanha de dinheiro através de fraude planejada e receberam uma cordilheira de dólares em recompensa. Ganharam duas vezes. E quem pagou? O contribuinte americano. A mesma coisa aconteceu na Alemanha, no Japão e em vários outros países. Ficou conhecido o jargão “ grande demais para quebrar”, porque se estas empresas quebrassem, quebravam a economia do mundo.

Mas hoje a coisa é imensamente pior porque quem está quebrado desta vez são os governos, ou seja, os bancos centrais, o que nos leva a questionar: quem vai salvá-los? Ninguém, e assim está posto o pano de fundo da crise que culminará num governo mundial.

Se o dólar está falido o que irá substituí-lo no comércio internacional? Talvez o SDR (Special Drawing Right – Direito Especial de Saque) do  FMI (Fundo Monetário Internacional) venha a se transformar em unidade monetária para este propósito, ou mesmo uma cripto moeda semelhante ao bitcoin ou o ethereum. Na prática ninguém sabe, mas o que se sabe é que a falência do dólar americano e consequentemente da economia americana são inevitáveis.

A China jogou recentemente a pá de cal sobre o dólar quando lançou um substitutivo ao petrodólar, quer seja o yuan (moeda chinesa) conversível em ouro, o que significa que a China propõe pagar suas importações de petróleo em moeda nacional (yuan) conversível em ouro.

Países como Rússia, Irã, e toda SCO – (Shanghai Cooperation Organization) – Organização de Cooperação de Changai aderiram ao processo de arquitetura de um novo sistema monetário alternativo ao dólar com a anuência do FMI. A SCO é um bloco composto pela China, Rússia, Cazaquistão, Usbequistão, Tadjiquistão, e Quirguistão, e deve contar brevemente com o ingresso da Índia e do Paquistão.

Considere-se ainda que China e Rússia lideram os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Somados, todos estes blocos, representam mais da metade da população do planeta, e por ser uma alternativa concreta de escapar às sanções comerciais impostas pela Secretaria de Estado americana ou pela ONU, obviamente ingressarão no coro todos os países pressionados por embargos, como Venezuela, Síria, Coreia do Norte, entre outros.

É digno de nota, no caso do Brasil, que do ponto de vista econômico o país faça parte dos BRICS por decisão do ex-presidente Lula, que se por um lado nos arranjou tantos problemas, por outro talvez tenha nos colocado, ainda que por teimosia, não no lugar certo, na hora certa, mas no lugar menos ruim, considerando a hecatombe que está por vir. O tempo dirá.

De acordo com Apocalipse 13, em breve viveremos num mundo em que ninguém poderá “comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.” (v 17). Como chegaremos a isto?

Primeiro, sabendo que chegaremos, porque assim diz a Palavra de Deus. Segundo prevendo que haverá um caos de tamanha proporção que permitirá uma grande aliança global de nações debaixo de uma única autoridade.

Os nacionalistas diriam que é impossível, mas os nacionalistas talvez não saibam que nacionalismo é um sentimento que nada tem a ver com a realidade. O pragmatismo do mundo financeiro nos levará a isto.

Os ingredientes do caos já estão sendo cozinhados na panela global. Antes que ele chegue a igreja de Cristo será arrebatada deste mundo. Não a igreja nominal, mas apenas os vencedores destacados nos capítulos 2 e 3 de Apocalipse. O resto fica para a tribulação.

Foi Jesus quem disse: “Assim também vós, quando virdes sucederem estas coisas, sabei que já está perto, às portas.” (Marcos 13:29).

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