A promessa de Deus a Abraão

1878 AC – (Anno Mundi 2018) – promessa de Deus a Abrão
Abrão nasceu na caldéia, provavelmente na cidade de Ur. Tinha, conforme vimos, dois irmãos, Harã e Naor. Harã veio a falecer aos oitenta e dois anos de idade e provavelmente por este motivo, Tera, seu pai, tomou sua família decidido a mudar-se para Canaã, conforme Gn11:31-32: “E tomou Tera a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali. E foram os dias de Tera duzentos e cinco anos, e morreu Tera em Harã”.

Naor, irmão de Abrão, permaneceu em seu país, onde provavelmente nesta época já vivia em Padã-Arã, cidade onde no futuro Jacó se casará e viverá por vinte anos. Naor será avô de Rebeca, que virá a ser esposa de Isaque, filho de Abrão. Foram na viagem com Tera seu filho Abrão juntamente com sua esposa Sarai e seu sobrinho, Ló, filho de Harã, o irmão falecido.

Por alguma razão Tera não seguiu para Canaã, conforme planejado, vindo a se estabelecer no meio do caminho, na cidade de Harã, onde permaneceu sessenta anos até sua morte no Anno Mundi 2083. A leitura de Gn 12:1, logo a seguir o final do capítulo 11 (31-32) dá-nos a impressão que Abrão deixou Harã em conseqüência da morte de seu pai.

Vejamos o texto: “E tomou Tera a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali. E foram os dias de Tera duzentos e cinco anos, e morreu Tera em Harã. Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei”.

Estevão, o primeiro mártir cristão, teve também este entendimento. Em At 7:2-4 lemos: “E ele disse: Homens, irmãos, e pais, ouvi. O Deus da glória apareceu a nosso pai Abraão, estando na Mesopotâmia, antes de habitar em Harã, E disse-lhe: Sai da tua terra e dentre a tua parentela, e dirige-te à terra que eu te mostrar. Então saiu da terra dos caldeus, e habitou em Harã. E dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que habitais agora”.

No entanto, Tera viveu em Harã por mais 60 anos após a partida de Abraão para Canaã, conforme confirmam suas datas de nascimento e morte. Mas, atentando-se bem a Gn 12:1, percebe-se claramente que Tera estava vivo quando Deus chama por Abraão, pois lhe ordena que saia da casa de seu pai, o que não faria sentido se Tera houvesse falecido.

Gênesis 12:4 nos informa que Abrão tinha 75 anos de idade quando deixou Harã e seguiu para Canaã.

Tomando-se o nascimento de Abrão somado à sua idade na ocasião, (1948 + 75), concluímos que o chamamento de Abrão para seguir para Canaã deu-se no Anno Mundi 2023. O Livro de Gênesis nos dá esta data com absoluta precisão. Abrão deixou seu pai vivo em Harã e seguiu para Canaã juntamente com seu sobrinho Ló e respectivas famílias.

Neste mesmo ano Abrão chega a Siquem, local onde no futuro será construída uma cidade com este mesmo nome pelo rei Jeroboão, primeiro rei de Israel no tempo do reino dividido. Sabemos, portanto, que Abrão partiu para Canaã no Anno Mundi 2023. No entanto, não podemos concluir que seja esta a data da promessa de Deus a Abraão.

Abraão e os anjos - Rembrandt

A data da promessa de Deus a Abrão é muito importante ser determinada com acuidade, pois dela depende a data do Êxodo de Israel, que veio a ocorrer depois de quatrocentos e trinta anos. Desta forma, para definirmos com precisão a data da promessa de Deus a Abrão, devemos analisar todo o contexto desde os primórdios de Abrão até o Êxodo.

Atribui-se comumente quatrocentos anos como sendo o tempo da escravidão dos hebreus no Egito, um erro comum, visto que os textos bíblicos se referem a este tempo com certa insistência, associando estes anos à escravidão e maltrato do povo de Israel, conforme veremos a seguir. Diga-se de passagem, que ao ser questionado sobre quanto tempo os hebreus foram escravos no Egito, a maioria dos cristãos responde sem pestanejar que foram quatrocentos anos.

No entanto, os quatrocentos anos se referem ao tempo total transcorrido entre o nascimento de Isaque e o Êxodo, assim como os quatrocentos e trinta anos englobam a este período os trinta anos entre a chamada de Abraão e o nascimento de Isaque.

Desta forma, conforme veremos adiante, os quatrocentos e trinta anos se dividem da seguinte forma: duzentos e vinte anos desde a chamada de Abraão até a entrada de Jacó no Egito, mais, duzentos e dez anos desde a entrada no Egito até o Êxodo. A escravidão propriamente dita teria durado entre oitenta e seis e cento e dez anos, conforme veremos ao tratarmos do Êxodo. Vejamos alguns textos que se referem a este tempo:

“Disse (Deus) a Abrão: Sabes, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos”. (Gn 15:13)

“E falou Deus assim: Que a sua descendência seria peregrina em terra alheia, e a sujeitariam à escravidão, e a maltratariam por quatrocentos anos” (At 7:6)

Os dois textos são ambíguos quando lidos desatentamente, possibilitando que o leitor conclua que Israel esteve escravizado no Egito por quatrocentos anos, no entanto, nenhum deles afirma isto. `Ao contrário, os textos dizem duas coisas distintas, tanto um como o outro, que a descendência de Abrão seria peregrina em Canaã, terra de outros povos e que seria sujeita a maus tratos e a escravidão por quatrocentos anos, entre o tempo de peregrinação por Canaã e o fim da escravidão no Egito.

Já no contexto do Êxodo de Israel, Ex 12:40-41 nos diz o seguinte: “O tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos. E aconteceu que, passados os quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia, todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito”.

Temos, portanto, dois tempos distintos, quatrocentos, e quatrocentos e trinta anos. De que trata esta diferença de trinta anos? Trata-se da diferença do tempo compreendido entre a data da promessa de Deus a Abrão o nascimento de Isaque, herdeiro da promessa feita por Deus a Abrão.

Gn 15: 18 nos afirma que Isaque é herdeiro da promessa feita por Deus a Abrão. Vejamos o texto: “Naquele mesmo dia fez o Senhor uma aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates”.

Vejamos ainda Gn 17:19: “E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei a minha aliança, por aliança perpétua para a sua descendência depois dele”.

Vejamos ainda Gn 21:12: “Porém Deus disse a Abraão: Não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência”.

Isaque é o descendente de Abrão, herdeiro da promessa de Deus. É a descendência de Isaque que será primeiramente peregrina em terra alheia, e depois, sujeita à escravidão no Egito. Desta forma, entre o nascimento de Isaque até o Êxodo de Israel se contarão quatrocentos anos, da mesma maneira que da promessa de Deus a Abrão até o Êxodo, se contarão quatrocentos e trinta anos. Como sabemos, Isaque nasceu quando Abraão tinha cem anos de idade, conforme Gn 21:5: “E era Abraão da idade de cem anos, quando lhe nasceu Isaque seu filho”.

Passaram-se, portanto, vinte e cinco anos entre o tempo que Abrão chegou a Canaã, com 75 anos de idade, e o tempo do nascimento de Isaque, quando Abraão tinha cem anos de idade. Desta forma, concluímos que a promessa foi feita a Abrão no Anno Mundi 2018, cinco anos antes dele chegar a Canaã. Entre Ex 12:1-3, que trata da promessa feita a Abrão, e o verso 4, que anuncia a partida de Abrão para Canaã, passaram-se cinco anos. Mais detalhes sobre o tempo de escravidão no Egito serão vistos no contexto do Êxodo.

23 comentários

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23 responses to “A promessa de Deus a Abraão

  1. Andre fernando

    QUANTO SACRIFICIO INUTIL ,,,GOSTARIA DE VER HOJE ANJOS REAIS NÃO COMO ESTE DESCRITOS DA BIBLIA ..TO ESPERANDO..VALEU PELA IMAGEM …

    • Oi André, a imagem é realmente espetacular, mas é uma visão muito particular de Rembrandt, muito aquém daquilo que a Bíblia retrata. Achei interessante a maneira como você se referiu ao fato, com raiva, mas respeitosa. É um bom começo. Abraço.

  2. Júnior

    Gostaria de dar destaque a algo acerca do nascimento de Abrão:
    “Tera viveu setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor e a Harã.” (Gn. 11:26)
    Será que este texto está dizendo que Tera (sua esposa) teve trigêmeos?
    A evidência bíblica parece demonstrar o contrário (compare com Gn 5:32).
    Primeiramente, é interessante destacar que nem sempre o primeiro na lista de descendentes é o mais velho (Sem, Cam e Jafé, por exemplo não estão em ordem cronológica).
    Segundo, a comparação entre alguns textos nos permite concluir que Abrão não nasceu quando seu pai tinha 70 anos, conforme veremos a seguir:

    Gênesis 11:32 “Foram os dias de Tera duzentos e cinco anos; e morreu Tera em Harã.”
    Atos 7:4 “Então saiu da terra dos caldeus e habitou em Harã. Dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que vós agora habitais. ”
    Daí se conclui que Abraão saiu da casa de seu falecido pai (pois para Deus, sua herança não era aquela cidade) no mínimo, no Anno Mundi 2083.

    Gênesis 12:4 “Partiu, pois Abrão, como o Senhor lhe ordenara, e Ló foi com ele. Tinha Abrão setenta e cinco anos quando saiu de Harã. ”
    Logo, no Anno Mundi 2083 (valor mínimo), Abrão tinha 75 anos, o que nos leva a crer que Abrão nasceu no Anno Mundi 2008 (ou algo além) quando seu pai tinha 130 anos (ou algo mais).

    Quanto ao texto em que Deus disse que Abrão deveria sair da casa de seu pai, não vejo a necessidade de se supor que Terá ainda estivesse vivo, conforme percebemos na maneira que o diácono Estêvão interpretou o texto: depois da morte de seu pai.

    A paz.

  3. Júnior, grato pelo comentário.

    De fato, a questão implícita nas datas referentes à vida de Abraão são muito interessantes, porque, se por um lado temos a declaração clara de Estevão em Atos que Tera havia morrido quando Abraão partiu para Canaã, por outro lado temos os números declarados em Gênesis que dizem que Tera ainda viveu 60 anos depois da partida de Abraão.

    Desta forma temos que compreender que Estevão disse o que parece óbvio em Gênesis, pois Gn 12:1 parece estar cronologicamente subsequente ao final do capítulo 11. Mas não está. Há um intervalo de 60 anos até sua morte.

    Ambas informações estão corretas. Estevão está correto, de certa forma, porque esta é a compreensão que nos dá a leitura superficial de Gênesis, e assim, a conclusão de Estevão é a tua ou a minha, e a de todos que leem o texto.

    No entanto, quando o foco é detalhar a cronologia bíblica ela está errada, ou desatenta, uma vez que Gn 12:1 deixa nas entrelinhas claro que Tera estava vivo, uma vez que Deus diz a Abraão para sair da casa do pai, que supostamente, ou consequentemente estava vivo.

    Não há, portanto, contradição nem erro, nem falta de inspiração. Qualquer insistência nestes argumentos, sobretudo no que se refere à perfeição da Palavra é perda de tempo, uma vez que isto tende a nos ensinar muitas coisas, entre as quais, a Bíblia foi inspirada, e não psicografada.

    Deixa eu tentar contextualizar com um exemplo atual: Recentemente a nave Cassini fez importantes descobertas sobre a presença de água no espaço. Conforme os relatos científicos, já se sabe desde 1980 que há quantidades enormes de água no espaço. Somente na Nebulosa de Órion há água suficiente para encher todos os oceanos da Terra a cada 20 minutos por 1500 anos ininterruptamente.

    Trazendo esta informação para a Bíblia, isto explicaria o difícil entendimento de Gn 1:6 que fala sobre a existência de água no espaço. Acho que este versículo foi incompreensível e também um obstáculo para os homens sem fé até que a própria ciência constatasse isto. Mas agora é a ciência que torna o versículo claro.

    Agora imagine que eu ou você fôssemos escrever um artigo sobre isto, e que estivéssemos profundamente tocados pela mão de Deus.

    O que eu quero dizer é que mesmo tocados por Deus, nossos artigos estariam limitados ao nosso próprio conhecimento científico, e desta forma tenderíamos a nos expressar de uma forma que poderia não ser condizente com a linguagem científica apropriada, ou em outras palavras, poderia conter algum erro cientifico, porque Deus te inspira, mas não muda a tua natureza intelectual, não te torna cientista, ou físico, apenas te mostra a verdade, e quando você a expressa, faz isto com as tuas próprias palavras, e não da forma como o Stephen Hawking faria, muito menos com as palavras do Fernando Pessoa.

    É assim, que guardadas as devidas proporções, eu entendo, e acho isto muito mais fantástico, maravilhoso, incrível e respeitoso, de que tornar você, ou eu, ou Estevão infalíveis. Quem psicografava mensagens ao pé da letra era o Chico Xavier, e não Estevão, que não era professor de história judaica, mas crente em Jesus.

    Acho, portanto, que a falha histórica de Estevão está ali, além de outras, para mostrar isto, a inspiração da Escritura.

    Diga lá o que acha. Fica em paz.

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  7. Olá irmão

    Verificando este estudo, gostaria de dizer que acredito mesmo que os filhos de Israel tenham estado na terra do Egito, conforme Exodo 12:40 exatamente 430 anos desde a chegada de Jacó até a sua saída por Moisés:
    “O tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos.” (Ex. 12:40)

    E para corroborar a isso, pensemos: Isaque não foi escravizado na terra de Canaã, e tampouco Jacó. Foram peregrinos na terra, e não escravos. E viveram tal qual viveu o próprio Abraão que também peregrinou em Canaã (não como escravo na terra) quando o Senhor lhe apareceu.
    Mas, verdadeiramente foram escravizados c/ dura servidão na terra do Egito.
    “Mas o SENHOR vos tomou, e vos tirou da fornalha de ferro do Egito, para que lhe sejais por povo hereditário, como neste dia se vê” (Deut. 4:20)

    “E disse o SENHOR: Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas dores.” (Ex. 3:7)

    E tem outro porém:
    Jacó entrou no Egito c/ 70 almas:
    “Todas as almas, pois, que procederam dos lombos de Jacó, foram setenta almas; José, porém, estava no Egito.” (Exodo 1:5)
    E quando saíram já eram mais de um milhão (só de homens que saiam a peleja de 20 anos para cima se contavam 600 mil) isso depois de 430 anos a multiplicar-se na terra do Egito, pois como podem 70 almas se multiplicarem para mais de um milhão em apenas 210 anos?

  8. Olá, Jefté. Grato pelo comentário.

    De fato é um conceito difícil de se desapegar, mas está correto o cálculo.

    Vale a pena ler o texto “Duzentos e dez anos de permanência no Egito”. É o ítem 27 do Índice.

    Abraço.

  9. Elias Cazoni

    Permitam-me dar um pitaco nestes dados apenas para sugerir que leiam os livros de Zecharia Sitchin que foi um pesquisador atento e que lia Aramaico e outras línguas mais,inclusive as placas cuneiformes,que trazem informações desde a Suméria cujo conhecimento extrapola em muito aquilo que imaginamos como possível naquela época.Sitchin era um pesquisador em nada envolvido com religião,portanto isento.Todas as suas pesquisas têm comprovação científica indubitável. Abraços.
    (Sou Elias Cazoni – médico em Volta Redonda).

  10. Jessé

    Muito bom o Estudo, mas fiquei com uma dúvida a respeito da morte de Harã (irmão de Abrão). De acordo com as informações Harã morreu no anno mundi 1998 aos 82 anos de idade (Jasher 12:37). Mas de acordo com seu estudo Terá saiu de Ur com Abrão, Ló e Sarai no anno mundi 1995 (Gm 11:31 e Jasher 13). Ou seja, quando Terá saiu de Ur Harã ainda estava vivo, pois veio a falecer 3 anos após a saída de Terá. Ou alguma data está equivocada, ou realmente quando Terá saiu de Ur, Harã não tinha morrido ainda.

    Vou transcrever seu texto que me deixou com dúvida.
    [Abrão nasceu na caldéia, provavelmente na cidade de Ur. Tinha, conforme vimos, dois irmãos, Harã e Naor. Harã veio a falecer aos oitenta e dois anos de idade e provavelmente por este motivo, Tera, seu pai, tomou sua família decidido a mudar-se para Canaã, conforme Gn11:31-32: “E tomou Tera a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali. E foram os dias de Tera duzentos e cinco anos, e morreu Tera em Harã”.]

    abraço e novamente parabéns pelo belo trabalho.

  11. Carlos

    Olá, a minha dúvida também é a mesma do Jessé e ainda, com esta divergência de datas, se realmente Sara era filha de Harã? Pois de acordo com os seu relatos ela foi criada, após a morte de seu pai, pelo seu avô, Terá. Mas, de acordo com a cronologia apresentada, quando Harã faleceu Sara já era uma senhora de 40 anos e já estava casada com Abraão, pois é o que afirma a Bíblia, quando da partida de Terá para Ur (Gn 11:31 – “E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali.”), sendo que o falecimento ocorrera três anos após a este evento.

  12. AMARA

    Aprendendo com vocês, pois cada dúvida a gente passa a entender melhor, amo ler e principalmente as coisas de Deus. Parabéns pelo belo estudo, pelos comentários, pelas críticas, tudo constrói, pq tira-se as dúvidas e Deus vai falando com a gente!!!!! UM ABRAÇO!!!

  13. Olá eu gostaria de compreender a correspondência
    1878 AC Anno Mundi 2018
    Então 1878 anos + 2018 = ano do nascimento de Jesus = 3896 AM

    3896 AM + 2015 = 5911 AM
    Porém o ano hebraico que estamos atualmente é 5776
    a diferença é enorme.

    Gostaria de uma explicação porque o anno mundi não é igual ao ano hebraico visto que ambos partem do mesmo início que é a criação do mundo.

    Muito grato a todos.

    Trajano, um neófito.

  14. Oi Trajano, tudo certo?
    Esta diferença existe de fato e deve-se a um fenômeno no calendário judaico conhecido como “anos faltantes” ou “missing years”. Leia este artigo abaixo que trata do assunto.
    https://cronologiadabiblia.wordpress.com/2011/10/02/os-anos-faltantes-do-calendario-judaico/

    abc

  15. Olá. Gostaria de saber se existe alguma tabela de contagem que comprove o anno mundi, correlacionando com ano gregoriano.
    Grato.

  16. Oi Trajano,
    Vc enconta esta referência no calendário judaico, apenas que precisa entender um fenômeno chamado “anos faltantes” ou “missing years” neste calendário.
    Leia este artigo para entender:
    https://cronologiadabiblia.wordpress.com/2011/10/02/os-anos-faltantes-do-calendario-judaico/

  17. jhonatan

    Parabéns pelo estudo!!!
    estava pensando aqui a biblia e divinamente inspirada por Deus. Estevão cheio do espirito santo afirma que a promessa foi feita em ur dos caudeus . Sera que Moises tambem poderia ter se cofundido com as datas ate porque foi escrito muito tempo depois?

  18. Paulo

    Muito boa explicação, porém alguem
    me perguntar sobre êxodo 12:40,41 como eu explico?
    Grato.